Vão Tomar Seu Lugar no Trabalho

O FIM DO MONOPÓLIO DA GLOBO NA COPA DO MUNDO

O FIM DO MONOPÓLIO DA GLOBO NA COPA DO MUNDO

Fala, galera! Tudo beleza? Aqui é o Michel, e hoje a gente não vai só falar de futebol, tá? A gente vai dissecar, abrir o capô e olhar as engrenagens de uma das maiores revoluções que já aconteceram bem debaixo do nosso nariz. Sabe aquela sensação de ver um império intocável desmoronando tijolo por tijolo? Pois é. O que tá rolando com a transmissão da Copa do Mundo de 2026 é exatamente isso. Uma aula magna de disrupção, de arrogância corporativa e de como a internet, esse mar revolto e faminto, engoliu de uma vez só o maior dinossauro da mídia brasileira.

Pensa comigo: 12,2 milhões de aparelhos conectados simultaneamente. Um mar de telinhas brilhando ao mesmo tempo. Esse foi o pico que a Cazé TV cravou num sábado à tarde, com Brasil e Marrocos jogando. Gente, para tudo e respira. Esse não é só um numerozinho legal pra botar num slide de PowerPoint. Esse é o maior número da história de uma transmissão ao vivo no YouTube no planeta inteiro. Maior que lançamento de foguete da NASA, maior que show de diva pop, maior que qualquer coisa que o Google já viu na plataforma dele.

E quem fez isso? Uma mega corporação com satélites no espaço? Não, cara. Foi um canal que nasceu de um experimento numa live da Twitch no meio de uma pandemia. Enquanto isso, lá no Rio de Janeiro, em escritórios com ar-condicionado no talo, os engravatados da Globo — a dona absoluta da bola e da Copa desde 1970 — assistem, suando frio, a metade do torneio passar pras mãos de um streamer.

Puxa uma cadeira, pega um café, porque a história de como a Cazé TV humilhou a Globo e tomou a Copa do Mundo é simplesmente bizarra, e eu vou te contar cada detalhe agora.

A Era de Ouro: Como a Globo Era a Dona da Bola

O FIM DO MONOPÓLIO DA GLOBO

Pra você entender o peso absurdo do que tá rolando hoje, a gente precisa dar uma voltinha no túnel do tempo. Durante mais de cinco décadas, a relação do brasileiro com a Copa do Mundo era um ritual sagrado e padronizado. Existia uma única voz narrando as vitórias e as tristezas, existia um único canal onde você sintonizava, existia uma narrativa monopolizada.

Lá em 1998, a Globo deu uma cartada de mestre que mudou o mercado de vez. Em vez de continuar dividindo os direitos de transmissão com outras emissoras, como a Band e o SBT faziam, ela cortou o intermediário. A emissora foi lá, bateu direto na porta de vidro da FIFA, abriu um cofre cheio de dólares que ninguém mais no Brasil tinha como igualar e comprou a exclusividade total. TV aberta, TV fechada, direitos de arena, internet (que na época era mato). Tudo.

Se uma mosca voasse no campo da Copa do Mundo e essa imagem passasse no Brasil, a Globo ganhava dinheiro com isso. Se a Record ou o SBT quisessem passar um golzinho de cinco segundos no jornal da noite, tinham que ir lá, com o chapéu na mão, pedir licença e pagar pedágio pra Globo. Eles se tornaram os verdadeiros donos do jogo. O muro era alto, feito de antenas, satélites e contratos blindados. Não tinha como competir. Era uma fortaleza impenetrável. Mas, como dizem por aí, quanto maior o gigante, maior o tombo. E o chão começou a tremer de um jeito que ninguém esperava.

O Erro Milionário: Como a Globo Criou Seu Próprio Algoz

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Tic-tac, tic-tac. Chegamos no ano bizarro de 2020. O mundo para. A pandemia do coronavírus tranca todo mundo em casa, os campeonatos de futebol são suspensos, a economia despenca e o dólar, meu amigo, o dólar vai parar na estratosfera. A Globo, como qualquer megaempresa vendo o caixa sangrar, resolveu apertar os cintos e cortar custos.

O contrato com a FIFA exigia pagamentos milionários em dólar. Diante desse cenário caótico, numa decisão puramente financeira — daquelas que parecem geniais na planilha do Excel, mas são um tiro no pé na vida real —, os executivos decidiram peitar a FIFA. Eles entraram na Justiça para suspender o pagamento de uma parcela de quase 90 milhões de dólares. A briga foi feia, os ânimos esquentaram, mas no fim, rolou uma renegociação.

Só que, pra economizar nessa brincadeira, a Globo precisou abrir mão de um detalhezinho. Uma coisinha que, pros tiozões da TV, parecia inofensiva: a exclusividade no ambiente digital. O streaming. A internet.

Eles deixaram a porta dos fundos entreaberta. E a ironia deliciosa do destino é que eles acharam que ninguém ia passar por ali. Eles literalmente assinaram a papelada que permitiu a criação do monstro que ia engoli-los seis anos depois. Do outro lado dessa porta, escondida nas sombras do mercado, tinha uma galera muito esperta só esperando a fechadura estalar.

A LiveMode e a Vingança Fria do Esporte Interativo

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Presta muita atenção nesse detalhe, porque é o coração da nossa história, cara. Quem entrou por essa porta entreaberta não foi um bando de aventureiro. Foi a LiveMode.

Se você não conhece, os fundadores da LiveMode, Sérgio Lopes e Edgar Diniz, são os mesmos caras que criaram o antigo canal Esporte Interativo lá em 2007. Durante anos, esses caras tentaram bater de frente com o SporTV (que é da Globo), mas acabaram sendo sufocados, asfixiados mesmo, pelo sistema das operadoras de TV a cabo, que adivinha só quem controlava? Exatamente, a Globo.

A LiveMode já conhecia esse xadrez de direitos esportivos há quase 20 anos. Eles tinham uma dívida antiga, uma conta pra acertar com esse modelo engessado. E agora, finalmente, eles tinham uma brecha. A FIFA tava lá com um pacote de 22 jogos da Copa do Catar de 2022 que não conseguia vender pra ninguém no Brasil. A LiveMode foi lá e abraçou a oportunidade.

O problema? Eles não tinham uma emissora de TV. Não tinham satélite, não tinham antena no telhado do povo, não tinham repórter de campo com microfone bonitinho. Mas eles tinham uma coisa muito, mas muito mais poderosa: a infraestrutura gratuita do YouTube e uma leitura perfeita de que o comportamento do consumidor tinha mudado. Só faltava um rosto pra ancorar isso tudo.

A Ascensão de um Gordinho Vascaíno

Eles não foram no mercado contratar um jornalista de voz impostada e cabelo engomado. Não. Eles foram atrás de um cara carismático, gordinho, que usava óculos e camisa do Vasco, e que começou a carreira lá atrás como um simples estagiário gerenciando o Twitter do Esporte Interativo.

Senhoras e senhores, Casimiro Miguel. O Cazé.

A magia do Casimiro não aconteceu da noite pro dia. Quase ninguém para pra pensar nisso, mas o Casimiro não começou a vida no digital negociando direitos de Copa do Mundo com a FIFA. Ele começou gravando no quarto dele, fazendo “react” de vídeos alheios de madrugada na Twitch. Ele sentava lá, reagia a melhores momentos de jogos, a lancheira de criança, a vídeos de pedreiros construindo casas na lama, a cortes de podcast. Coisa que muita gente de terno olha e fala: “Ah, que bobagem, isso aí não dá em nada”.

Só que enquanto ele tava lá, rindo, falando palavrão, sendo cem por cento autêntico, ele tava construindo o ativo mais valioso, caro e difícil do século 21: a confiança e a atenção de uma audiência. Ele virou o melhor amigo de milhões de jovens. Ele não apresentava o futebol de cima pra baixo, como um deus intocável da comunicação. Ele assistia ao jogo com você. Ele falava a sua língua.

Quando a LiveMode juntou os direitos profissionais de transmissão da FIFA com a audiência já apaixonada do Casimiro, bum! A mágica aconteceu. A Cazé TV não foi sorte. Foi o encontro perfeito entre uma brecha de mercado, tecnologia de ponta e retenção de público.

O Terremoto no Catar em 2022

Quando anunciaram que a Cazé TV ia transmitir 22 jogos da Copa do Catar no YouTube, o mercado tradicional de TV riu. Achavam que era piada. “Transmissão de Copa no mesmo site onde a galera vê tutorial de como consertar chuveiro? Conta outra”. A Globo ignorou completamente, afinal, na cabeça deles, a TV aberta era imbatível.

Mas aí a bola rolou. Na estreia do Brasil, o quarto improvisado do Casimiro, com um chroma key safado no fundo, socou 3,5 milhões de aparelhos conectados. Nas oitavas de final contra a Coreia do Sul, o número pulou pra 5,2 milhões. E na fatídica e dolorosa eliminação pro choro da Croácia, eles bateram o recorde surreal de 6 milhões de pessoas ao mesmo tempo.

A Globo, que passou vinte anos polindo o seu monopólio perfeito, teve que engolir a seco. Eles assistiram, impotentes, o concorrente que eles mesmos deixaram nascer quebrar recordes globais de audiência num piscar de olhos. A atenção do brasileiro tinha mudado de tela, e o muro da emissora desabou como um castelo de cartas.

A Guerra Declarada: Copa de 2026 e o Domínio Total

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Se 2022 foi o laboratório, o test drive, 2026 é a validação absoluta. Presta atenção nesse absurdo: pela primeira vez desde a década de 80, a Globo NÃO tem um torneio inteiro da Copa do Mundo.

Quem comprou todos os 104 jogos da Copa de 2026? Sim, a Cazé TV. O canal do YouTube tem tudo. Absolutamente tudo. A Globo ficou com um pacotinho de 55 partidas. O SBT beliscou umas 32. Mas o único lugar onde o brasileiro pode assistir de graça a 100% da Copa do Mundo é na internet.

A estreia da Argentina com o Messi metendo gol? Exclusivo da Cazé TV. Portugal do Cristiano Ronaldo? Cazé TV. A Espanha com os moleques voando? Cazé TV. Se você ligar a TV na Globo achando que vai ver esses jogos, vai dar de cara com a reprise de uma novela ou a sessão da tarde. Eles dobraram a poderosa emissora do Projac ao meio.

O Rio de Dinheiro e a Migração das Marcas

Você acha que isso é só sobre visualização? Não, cara. Segue o dinheiro. A Cazé TV começou o ciclo da Copa com mais de 30 patrocinadores gigantescos. Marcas de peso. Itaú, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre, Vivo. A estimativa do mercado é que o faturamento deles beire os 2 bilhões de reais!

Pra você ter uma noção do absurdo que é isso, a Globo fatura mais ou menos uns 2,5 bilhões com as cotas de futebol do ano inteiro (Brasileirão e Copa do Brasil). Ou seja, um canal de YouTube, que há cinco anos não existia, tá jogando no mesmo campeonato financeiro da empresa que ditou as regras do Brasil por meio século.

E por que as marcas tão jogando caminhões de dinheiro na internet? Simples. Na TV aberta, a marca joga a propaganda no ar e torce pra alguém não ter ido no banheiro na hora do intervalo. É uma estimativa. Na internet, na Cazé TV, a parada é cirúrgica. O público comenta, reage, o Casimiro interage com o produto ao vivo, o engajamento é mensurável em tempo real. A atenção é provada por dados. E contra dados, meu amigo, não tem argumento. A verba publicitária tá migrando pra onde a atenção das pessoas realmente tá.

O Desespero da Globo e a Hipocrisia Escancarada das BETs

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O desespero bateu tão forte lá nos corredores da Globo que o que a gente tem visto é uma sequência de atitudes que chega a dar vergonha alheia. Sabe o que empresas dinossauros fazem quando tão com medo do novato? Tentam copiar.

A Globo foi lá e criou a “GE TV” no YouTube, tentando desesperadamente imitar o clima de resenha, a descontração, o formato solto que a Cazé TV inventou. Eles até tentaram contratar narradores da concorrência, pagando multas milionárias, na esperança de secar a fonte do Casimiro. Chegaram ao cúmulo de contratar a influencer Virgínia Fonseca pra ser repórter da Copa, numa tentativa bizarra de reconectar com um público jovem que já abandonou a TV aberta há muito tempo. A emissora que consagrou repórteres investigativos de guerra e jornalistas padrão ouro, agora aposta em dancinha de TikTok pra não perder relevância. É, no mínimo, irônico.

Mas a coisa fica mais suja, cara. A guerra não é só pela audiência de quem tá rolando a bola, é guerra de narrativas. Recentemente, a gente viu estourar no Brasil toda essa investigação policial e midiática sobre as casas de apostas, as famosas BETs. A Globo e a mídia tradicional caíram matando, fazendo matérias pesadas, investigando influenciadores e, claro, dando aquela cutucada na Cazé TV, insinuando que a grana deles vem de fontes duvidosas de apostas esportivas.

Olha, é importante investigar o que tá errado? Óbvio que é. Mas vamos falar da hipocrisia gigantesca aqui? A Globo bota o dedo na cara da internet pra falar de propaganda de BET, enquanto os intervalos comerciais do próprio Brasileirão na TV aberta e no SporTV são um verdadeiro festival de sites de aposta! Se você assiste um jogo na TV tradicional, o gramado, a camisa do juiz, a placa de publicidade, os comerciais de 30 segundos, é TUDO pago por casas de apostas.

Aí quando a Cazé TV faz o mesmo modelo de negócio, usando os mesmos patrocinadores que a TV usa, de repente vira um “escândalo moral”? Ah, faça-me o favor. Isso não é jornalismo defendendo o consumidor; isso é o choro de um monopólio usando o departamento de jornalismo pra tentar descredibilizar e sangrar o concorrente que eles não conseguem vencer no campo de jogo. É o sistema esperneando porque perdeu o controle da narrativa.

A Vantagem Tecnológica: Uma Pausa para o Seu Negócio

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Agora, pensa um minuto na infraestrutura necessária pra isso tudo não dar pau. Aguentar 12,2 milhões de pessoas requisitando o mesmo vídeo em alta definição ao vivo, sem a live cair, é um milagre da tecnologia moderna. A Cazé TV surfou na infraestrutura bilionária do Google.

Mas sabe o que isso nos ensina como empreendedores? Se a tecnologia mudou o jogo de bilhões de reais na TV, ela muda o seu jogo também. A sua empresa não pode ficar travada no passado com servidores lentos, redes que caem toda hora, e uma TI que vive apagando incêndio ao invés de inovar.

Se você tem um negócio e quer escalar, você precisa de uma espinha dorsal de TI de respeito. É por isso que você tem que conhecer a galera da Netadept Technology. Eles são especialistas absolutos em serviços de TI, consultoria em nuvem, segurança cibernética e infraestrutura de rede. Enquanto você foca em crescer o seu negócio e destruir o seu próprio “monopólio” na sua área, a Netadept cuida para que seus sistemas estejam tão robustos e seguros quanto uma transmissão mundial ao vivo. Não fica para trás na idade da pedra. Acesse agora https://netadept-info.com/ e transforme a tecnologia no motor do seu lucro, não na sua dor de cabeça. Fica a dica do Michel!

A Batalha do Delay: A Única Arma que Sobrou pra TV

Voltando pra nossa treta. Como a Globo percebeu que não tinha como bater de frente na resenha, nem na quantidade de jogos, eles começaram a apelar pra física. O famoso “Delay”.

Se você já assistiu um jogo pela internet, sabe da dor. A TV aberta, com a boa e velha antena, tem um atraso quase nulo em relação ao que tá rolando no estádio. A internet, por causa de todo o processamento de pacotes de dados, roteadores e afins, pode variar aí de 15, 30 até 60 segundos de atraso dependendo da sua operadora. Numa Copa do Mundo, 30 segundos é a diferença brutal entre a glória de ver a bola na rede e o ódio mortal de tomar spoiler do vizinho gritando “GOOOOL” ou do grupo da família no WhatsApp soltando fogos antes de você ver a jogada.

A Globo se agarrou nisso como um náufrago num pedaço de madeira. Eles começaram a rodar campanhas comerciais pesadas em rede nacional incentivando o povo a comprar… antenas! Sim, a emissora que adora se gabar do “futuro da tecnologia”, gastando milhões no horário nobre pra mandar o brasileiro enfiar uma antena de metal na janela pra não tomar spoiler. Eles fizeram esquetes ironizando a Cazé TV, tipo “Copa com delay, esquece”.

O Casimiro, genial como sempre, não deixou barato. Numa live, rebateu rindo: “Quando a gente anunciou os jogos, muita gente duvidou. Já comprou sua antena? Sintoniza na Cazé TV. Se comprar antena, não vai achar o jogo, hein? Toma cuidado!”. É voadora com os dois pés no peito. E, falando sério, a galera prefere fechar a janela, desligar o WhatsApp e assistir com o Cazé aguentando o delay, do que ver jogo capado na TV aberta.

Como Assistir à Copa Sem Passar Raiva (e Sem Gastar Fortunas)

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Mas ó, eu entendo perfeitamente o seu lado. Ninguém merece travar no meio do contra-ataque do Brasil, né? E já que agora você sabe que pra ver todos os 104 jogos, vai ter que ir pro YouTube com a Cazé TV, o mínimo que você precisa é de um equipamento decente na sua sala.

Se a sua Smart TV é daquelas mais velhinhas, que o aplicativo do YouTube demora dez minutos pra abrir e trava a cada passe do Neymar (ou de quem sobrar na seleção), tá na hora de fazer um upgrade sem gastar o olho da cara.

Você não precisa comprar uma TV de 5 mil reais. Eu separei um link sensacional de um Smart TV Box 4K lá na Shopee. Esse aparelhinho mágico transforma qualquer TV, até aquela sua de tubo guerreira ou sua tela plana antiga, num foguete inteligente. Ele tem Wi-Fi 5G super rápido, processamento focado em streaming pra diminuir ao máximo o famoso delay, e roda o YouTube lisinho, em alta resolução.

É plugar na tomada, conectar na internet e transformar sua sala na verdadeira arquibancada da Cazé TV. O preço? Ridículo de barato comparado à dor de cabeça que ele resolve. Mi Box S Tv Box 3a Geração 4k Google Tv: https://s.shopee.com.br/5AqTzHBM9p

O Efeito Cascata: Como a Cazé TV Revolucionou os Bastidores

Um dos pontos mais fascinantes dessa rasteira que a Globo levou foi o impacto cultural que isso causou na forma de consumir esporte. A Cazé TV não inventou apenas uma nova tela, eles inventaram uma nova linguagem.

Na Globo, a transmissão de futebol sempre foi professoral. O narrador é a estrela, os comentaristas falam difícil, discutem esquema tático como se fosse física quântica. É engessado. A Cazé TV trouxe o clima da mesa de bar pra dentro de casa. Você tem o Casimiro dando risada, tem o Diogo Defante no meio da torcida do Catar fazendo perguntas completamente sem sentido que viram meme instantâneo, você tem zoeira, tem emoção genuína.

Quer uma prova do poder de engajamento dessa galera? Pega o caso do jogo entre Espanha e Cabo Verde. O goleiro de Cabo Verde, apelidado carinhosamente de “Vozinha”, fez uma partida fenomenal. Antes do jogo começar, o cara tinha uns 40 mil seguidores no Instagram. Durante a transmissão, o Casimiro achou o cara maneiro, a torcida abraçou a história, e ele mandou: “Galera, vão lá seguir o Vozinha”.

Meu amigo, em questão de poucas horas, o Instagram do goleiro pulou para milhões de seguidores. O Brasil inteiro abraçou o cara. O Vozinha deu entrevista depois, sem nem entender o que tava acontecendo, dizendo que o celular dele não parava de travar de tanta notificação. A Globo não faz isso. A TV não tem essa intimidade, esse poder de mobilização de manada, de criar comunidades em tempo real. A televisão é um monólogo; a Cazé TV é um diálogo caótico e maravilhoso.

E as outras emissoras? Onde entram nessa treta? Como eu comentei antes, o SBT tem lá as suas 32 partidas. Foi uma vitória incrível pro canal do Silvio Santos também, que nos últimos anos vem se mexendo bastante no mercado de esportes, comprando Champions League e Libertadores. Mas ainda assim, no cenário macro, eles, a Record, a Band, todo mundo ainda opera na matriz de pensamento da televisão. Eles transmitem, nós sentamos passivos no sofá e assistimos. Enquanto isso não mudar, o abismo entre o digital e a TV só vai crescer.

A Lição de Ouro Para Criadores e Empreendedores

O que o Casimiro e a LiveMode fizeram é a prova definitiva de que infraestrutura deixou de ser o diferencial competitivo do mundo. Por 50 anos, a barreira de entrada da Globo eram suas torres, seus satélites, suas concessões públicas do governo. Ninguém entrava porque era caro demais brincar de televisão.

Hoje? A plataforma é de graça. O YouTube tá aí. A distribuição de conteúdo foi a zero. O que sobrou como diferencial real? A marca. A audiência. A capacidade de olhar nos olhos da pessoa do outro lado da tela e se conectar com ela.

O Casimiro passou anos regando uma plantinha no quarto escuro dele, conversando com meia dúzia de gatos pingados no chat, pra depois colher uma floresta. Quando a estrutura do mercado mudou e a Globo bobeou renegociando com a FIFA, quem tinha a audiência engajada nas mãos? O cara dos reacts.

Isso é um tapa na cara de muito produtor de conteúdo que fica aí postando dancinha aleatória, esperando o algoritmo abençoar com a viralização, mas sem construir uma comunidade real. Se você cria conteúdo, entenda: audiência fiel é ativo financeiro. É o novo petróleo. Quem tem a atenção do público hoje, dita a regra amanhã.

O Que Esperar de 2030? O Muro Caiu de Vez?

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É claro que, pra ser justo na nossa análise, a Globo não morreu e tá bem longe disso. Na mesma estreia do Brasil que a Cazé TV bombou com 12 milhões, a TV aberta da Globo bateu uns 30 pontos de média em São Paulo. No Brasil profundo, no interiorzão onde a fibra ótica não chega e o 4G é uma lenda urbana, a antena de ferro no telhado e o sinal da TV aberta ainda são o rei absoluto. O público mais velho, nossos avós, a galera que não tem intimidade pra espelhar o celular na TV, essa audiência continua fiel ao canal 5.

O que mudou não foi a aniquilação completa da Globo, mas a fragmentação definitiva do público. Antes, o bolo era cem por cento deles. Agora, cortaram o bolo, e a fatia com o morango mais saboroso — os jovens, os hiperconectados, o público que consome com força e dita tendência pros próximos 40 anos — foi parar na mão do Casimiro.

E a FIFA? Ah, meu amigo, a FIFA adora dinheiro. Eles já avisaram aos quatro ventos que os resultados bizarros de engajamento do YouTube agora em 2026 vão ditar as regras do próximo contrato. A briga pelos direitos da Copa do Mundo de 2030, que vai celebrar o centenário do torneio, vai ser um banho de sangue nos bastidores.

A Globo vai voltar com tudo? Certeza absoluta. Eles vão abrir a carteira, tentar recuperar o terreno perdido, fazer pressão nos bastidores, talvez até usar o lobby que têm pra tentar aprovar leis que dificultem a vida do streaming. Se a Cazé TV tropeçar na parte técnica, ou a transmissão não der a qualidade prometida (por isso que a Netadept é tão importante, hein?), a gigante ferida ataca de volta e arranca o fígado. O jogo tá completamente aberto.

Mas o que importa de verdade, a lição que fica cravada na pedra, é que nenhum monopólio é eterno quando a tecnologia tira a exclusividade das mãos de quem tá acomodado. O muro desabou. A água bateu no popô da emissora que achou que ia mandar no Brasil pra sempre.

E a pergunta que fica martelando na nossa cabeça é: na próxima vez que uma regra mudar, que uma tecnologia nova chegar no seu mercado, na sua área de atuação, você vai ser a Globo tentando consertar o erro tapando o sol com a peneira, ou você vai ser a Cazé TV, esperando só uma brechinha pra entrar com os dois pés na porta e dominar o mundo?

Pensa nisso. A oportunidade não costuma mandar e-mail avisando que chegou. Ela aparece na bagunça e recompensa quem já tem a audiência do lado de cá.

E você? Onde você vai assistir à Copa do Mundo de 2026? Vai pra resenha e pro atraso no YouTube, ou vai sintonizar a velha antena pra não ouvir o grito de gol do vizinho? Deixa aí nos comentários, porque essa treta ainda vai dar muito pano pra manga.

A gente se vê no próximo vídeo ou artigo, dissecando mais negócios, mais tecnologia e os bastidores desse mundo maluco que a gente vive. Um grande abraço, bons negócios e até a próxima! Fui!

Veja o nosso video completo: https://youtu.be/2BGslSKw_vA/

Michel Casquel

Michel Casquel

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