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Projeto Wireless de Sucesso da Netadept na Presidência da SABESP: Conectividade que Voa!

Projeto Wireless de Sucesso da Netadept na Presidência da SABESP: Conectividade que Voa!

E aí, galera, já parou pra pensar como é que um prédio inteiro pode ter Wi-Fi tão brabo que parece mágica? Pois é, a Netadept Technology, de mãos dadas com a parceira Innovo Tecnologia, fez exatamente isso no prédio da presidência da SABESP, uma gigante do saneamento que é tipo o coração pulsante da água limpa em São Paulo. Tô aqui pra te contar essa história com aquele jeitinho de quem tá batendo um papo no bar, cheio de detalhes, mas sem enrolação, porque esse projeto foi daqueles que dá orgulho de contar!

A SABESP queria um Wi-Fi que fosse mais confiável que amigo de infância, cobrindo cada canto de um prédio de três andares onde rolam decisões importantes pra caramba. A missão caiu no nosso colo, e a gente arregaçou as mangas pra planejar, instalar e otimizar uma solução wireless que não só resolvesse o problema, mas fizesse todo mundo dizer: “Caramba, que rede é essa?!”. Com o desafio de não atrapalhar o dia a dia da presidência, minimizar interferências e garantir que um batalhão de dispositivos conectados não deixasse a rede tossir, a gente sabia que o jogo ia ser duro, mas, ó, a Netadept não foge da raia.

Bora dar um rolê por essa aventura? Vou te levar desde o primeiro rabisco do planejamento até o momento em que o Wi-Fi tava voando mais rápido que fofoca no zap. Pega um café, senta aí, que essa história tá recheada de tecnologia, correria e aquele gostinho de “deu certo!”.

Por que a SABESP precisava de um Wi-Fi que mandasse ver?

Presidência da SABESP

Antes de entrar no miolo do projeto, deixa eu te situar: a SABESP não é qualquer empresa. Ela é tipo o maestro que faz a orquestra do saneamento tocar direitinho, cuidando da água e do esgoto de milhões de paulistas. No prédio da presidência, onde as cabeças pensantes tomam decisões que mudam vidas, a conectividade é como o oxigênio: sem ela, tudo para. Só que o Wi-Fi de lá tava mais pra uma brisa fraquinha do que pra um vendaval de sinal. Era preciso um upgrade que transformasse o prédio num oásis digital, com cobertura total, velocidade de foguete e estabilidade de rocha.

O prédio, com seus três andares, era um bicho de sete cabeças. Tinha paredes grossas, muitos dispositivos conectados – de smartphones a laptops, passando por tablets e até impressoras espertinhas – e uma rotina que não podia parar nem por um segundo. Imagina tentar instalar cabos e antenas enquanto diretores tão discutindo o futuro da companhia? Era como dançar na corda bamba com uma venda nos olhos. Fora isso, o espectro wireless da região era mais bagunçado que feira livre, com interferências de redes vizinhas, eletrodomésticos e até sabe-se lá o quê. A missão era clara: entregar uma rede que fosse mais suave que manteiga no pão quente, mas tão robusta quanto o Pão de Açúcar.

Aí entra a Innovo Tecnologia, nossa parceira que trouxe a gente pro jogo. Eles sabiam que a Netadept tinha a faca e o queijo na mão pra fazer esse projeto brilhar. Com nossa expertise em redes wireless e um time que não tem medo de desafio, a gente tava pronto pra botar pra quebrar.

Os desafios: Um prédio, mil obstáculos

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Tá pensando que foi só chegar, instalar uns roteadores e tá de boa? Nananinanão! Esse projeto tinha mais curvas que estrada de serra. Vamos dar uma olhada nos perrengues que a gente enfrentou:

  1. Cobertura total nos três andares: Cada canto do prédio precisava de sinal, desde as salas de reunião chiques até o cafezinho no corredor. Era como jogar um cobertor invisível que cobrisse tudo, sem deixar nenhuma pontinha de fora.
  2. Interferências que pareciam gremlins: Redes vizinhas, micro-ondas, até o elevador parecia querer sabotar o sinal. Tinha que domar esse caos como quem acalma um cavalo brabo.
  3. Muitos dispositivos, pouca paciência: Com tanta gente conectada ao mesmo tempo, a rede precisava ser mais forte que halterista em dia de competição, sem engasgar.
  4. Não atrapalhar o trampo: A presidência não podia parar. Era como trocar o pneu do carro com ele andando a 100 km/h.

Com esses desafios na mesa, a gente sabia que precisava de um plano mais caprichado que receita de bolo de vó. E foi aí que a Netadept entrou com tudo, trazendo tecnologia de ponta, experiência afiada e um tiquinho de criatividade.

A solução: Como a gente fez a mágica acontecer

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Agora que você tá por dentro dos perrengues, bora pro que interessa: como a gente transformou o Wi-Fi da SABESP num show de conectividade? O projeto foi dividido em três fases, cada uma com sua dose de suor, café e, claro, aquele momento de “uau, tá funcionando!”. Deixa eu te contar como foi, passo a passo.

1. Survey Wireless Preditivo: O mapa do tesouro

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Antes de botar a mão na massa, a gente precisava entender o prédio como quem conhece cada curva de um videogame favorito. Pra isso, usamos a ferramenta Ekahau, que é tipo um radar mágico pra redes wireless. Com ela, fizemos um survey preditivo, que é como desenhar um mapa de calor antes mesmo de instalar qualquer coisa.

Imagina a cena: nosso time, com laptops na mão, mapeando cada andar, cada paredezinha, cada janela. O Ekahau nos mostrou onde o sinal ia ficar forte, onde ia fraquejar e onde as interferências podiam dar dor de cabeça. Era como prever o futuro, só que sem bola de cristal. No fim, geramos mapas de calor que pareciam obras de arte, com cores quentes onde o sinal tava de boa e tons frios onde precisava de reforço.

Com base nesses mapas, decidimos que o prédio precisava de 50 Access Points (APs), do modelo Cisco CW9166I-ROW, posicionados como peças de xadrez num tabuleiro. Cada AP foi pensado pra cobrir uma área específica, como se fosse um farol iluminando o mar. Também escolhemos onde as controladoras Cisco C9800L-F-K9 iam ficar, pra orquestrar essa sinfonia de sinal. Esse planejamento foi tipo o alicerce de uma casa: se não tá bem feito, tudo desaba.

2. Implementação da Infraestrutura: Mãos na massa

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Com o mapa na mão, chegou a hora de transformar o plano em realidade. Aí, meu amigo, foi correria que nem formiga em dia de chuva. Nosso time de técnicos subiu escada, puxou cabo, furou parede (com cuidado, claro!) e instalou as duas controladoras Cisco C9800L-F-K9 como se fossem o cérebro da operação. Essas belezinhas são tipo maestros, controlando cada AP pra garantir que a rede funcione direitinho, sem ninguém pisar no pé do outro.

Depois, veio a instalação dos 50 Access Points Cisco CW9166I-ROW. Esses APs são como super-heróis do Wi-Fi: compactos, potentes e prontos pra salvar o dia. Cada um foi colocado com precisão cirúrgica, seguindo os mapas do Ekahau. Era como pendurar enfeites numa árvore de Natal, só que em vez de bolas coloridas, eram antenas que jogavam sinal pra todo lado.

Mas não era só instalar e pronto. A gente teve que ajustar os canais e as potências de cada AP, porque, se não, era como tentar ouvir rádio com várias estações tocando ao mesmo tempo. Usamos o padrão Wi-Fi 6, que é tipo uma rodovia larga onde todos os dispositivos podem correr sem engarrafamento. Ajustamos as potências pra que os APs “conversassem” entre si, sem gritar alto demais nem sussurrar baixinho. O resultado? Um sinal que fluía como água cristalina, cobrindo cada canto do prédio.

E, ó, tudo isso foi feito com o maior cuidado pra não atrapalhar a rotina da presidência. Trabalhamos em horários estratégicos, tipo ninja na calada da noite, e coordenamos com a equipe da SABESP pra garantir que as reuniões e o cafezinho continuassem rolando sem stress. Foi como fazer malabarismo com tochas acesas, mas a gente deu conta.

3. Survey Wireless Ativo: O toque final

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Depois de instalar tudo, chegou a hora de ver se a rede tava mesmo cantando afinado. Pra isso, fizemos um survey wireless ativo, que é como dar uma volta no carro novo pra checar se tá tudo redondo. De novo, o Ekahau foi nosso fiel escudeiro, mostrando em tempo real como o sinal tava se comportando.

Nosso time andou por cada andar, com tablets na mão, medindo a força do sinal, a velocidade e até caçando aquelas interferências teimosas que pareciam fantasmas escondidos. Era como brincar de detetive, só que em vez de pistas, a gente buscava ondas de rádio. Identificamos uns pontos onde o sinal tava mais fraco, tipo um cantinho da sala de reuniões do terceiro andar, e fizemos ajustes finos nas potências dos APs. Também encontramos uma interferência chata vindo de um micro-ondas na copa (quem nunca, né?) e reconfiguramos os canais pra dar um bypass nesse vilão.

No fim, os mapas de calor do survey ativo eram uma pintura: um mar de cores quentes, mostrando que o Wi-Fi tava forte e estável em cada metro quadrado. Era como ver um arco-íris depois da tempestade, sinalizando que a missão tava quase cumprida.

Resultados: Um Wi-Fi que é puro suco de conectividade

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Quando terminamos, o prédio da presidência da SABESP tava com um Wi-Fi que era mais confiável que previsão de chuva em São Paulo. Os resultados foram tão brabos que até a gente ficou de queixo caído. Olha só o que a gente conseguiu:

  1. Cobertura total: Cada canto do prédio, do térreo ao terceiro andar, tava banhado em sinal. Era como se o Wi-Fi fosse um cobertor quentinho, abraçando todo mundo sem deixar ninguém na friagem.
  2. Interferências no chinelo: As ondas bagunceiras foram domadas, e os canais tão tão bem organizados que parece uma orquestra tocando em harmonia.
  3. Performance de campeão: A rede aguenta um batalhão de dispositivos conectados, com velocidade que faz download voar mais rápido que avião. Testes internos mostraram taxas de até 1 Gbps em áreas de alta densidade, tipo salas de reunião lotadas.
  4. Usuários felizes da vida: A galera da presidência tá navegando sem travar, mandando e-mail, fazendo call e até assistindo um vídeo no intervalo sem aquele buffering maldito.
  5. Pronto pro futuro: A infraestrutura é tão escalável que, se a SABESP quiser dobrar o número de dispositivos ou expandir o prédio, é só dar um pulo que a rede acompanha, como um elástico bem esticado.

A Innovo Tecnologia, que nos trouxe pro projeto, ficou tão orgulhosa quanto a gente. E a SABESP? Bom, digamos que o feedback foi tipo aquele aplauso que faz o coração da gente crescer três tamanhos.

Como a Netadept fez a diferença?

Presidência da SABESP

Tá, mas o que fez esse projeto ser um sucesso tão grande? Não foi só a tecnologia de ponta, embora as controladoras Cisco e os APs CW9166I sejam feras. O segredo tava no jeito que a Netadept abraçou o desafio, como quem pula na piscina de cabeça sem medo de se molhar. Aqui vão alguns pontos que fizeram a diferença:

  • Planejamento afiado: O survey preditivo foi como desenhar um mapa do tesouro antes de sair caçando. Sem ele, a gente podia ter colocado APs demais ou de menos, gastando grana à toa ou deixando buracos no sinal.
  • Time que não pipoca: Nossa equipe era tipo um time de futebol em final de campeonato: cada um sabia o que fazer, e a sinergia era total. Técnicos, engenheiros e coordenadores trabalhando em sintonia, com a Innovo dando aquele apoio brabo.
  • Tecnologia de ponta: As soluções Cisco são como um carro de corrida: potentes, confiáveis e prontas pra qualquer pista. O Wi-Fi 6 e as controladoras C9800L garantiram que a rede fosse preparada pro presente e pro futuro.
  • Cuidado com o cliente: A gente sabia que o prédio da presidência não era qualquer lugar. Cada passo foi dado com o respeito de quem entra na casa dos outros, garantindo que a rotina da SABESP continuasse fluindo.
  • Ajustes com capricho: O survey ativo foi o toque de mestre, como um chef que prova o prato antes de servir e dá aquela pitada final de tempero.

O que isso significa pro futuro da SABESP?

Presidência da SABESP

Esse projeto não foi só sobre Wi-Fi; foi sobre transformar o prédio da presidência num hub de inovação. Com uma rede que voa, a SABESP agora tem mais agilidade pra tomar decisões, colaborar em tempo real e até adotar tecnologias novas, como IoT pra monitoramento de equipamentos ou apps de gestão. É como se a gente tivesse dado asas pro prédio, deixando ele pronto pra decolar num mundo cada vez mais conectado.

E o melhor? A infraestrutura é tão robusta que, se a presidência crescer ou precisar de mais banda, a rede tá preparada pra acompanhar, como um amigo que nunca te deixa na mão. Isso dá tranquilidade pra SABESP focar no que ela faz de melhor: levar água limpa e saneamento pra milhões de pessoas.

Lições que a gente levou desse projeto

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Todo projeto grande é tipo uma escola, e esse com a SABESP nos ensinou um monte. Aqui vão algumas lições que a gente guardou no bolso:

  1. Planejar é tudo: O survey preditivo foi como um GPS que nos guiou direitinho. Sem ele, a gente podia ter patinado feio.
  2. Cliente em primeiro lugar: Não dá pra fazer um projeto desse tamanho sem ouvir o cliente e respeitar a rotina dele. A coordenação com a SABESP foi chave pra tudo dar certo.
  3. Tecnologia é meio, não fim: Equipamentos top são importantes, mas sem um time que sabe usá-los, é como ter um fogão gourmet e só fazer miojo.
  4. Ajuste fino faz milagre: O survey ativo mostrou que, às vezes, uma pequena mudança na potência de um AP é como girar a chave certa pra abrir um baú de tesouros.
  5. Parcerias valem ouro: A Innovo Tecnologia foi tipo o co-piloto perfeito, trazendo confiança e apoio pra gente correr atrás do gol.

E o que vem por aí?

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Esse projeto na SABESP é só uma amostra do que a Netadept pode fazer. Com a Innovo do nosso lado, a gente tá de olho em novos desafios, levando conectividade de ponta pra empresas que querem voar alto. O mundo tá cada vez mais digital, e redes wireless robustas são como o sangue que faz tudo funcionar. Seja em escritórios, fábricas ou até estádios, a Netadept tá pronta pra transformar qualquer lugar num hotspot de inovação.

E pra SABESP, o céu é o limite. Com essa rede nova, a presidência tá preparada pra liderar com mais eficiência, adotar tecnologias que pareciam coisa de filme e continuar sendo a gigante que faz São Paulo girar. Quem sabe o que vem depois? Talvez sensores IoT espalhados pela cidade, ou um app que deixa a gestão de água mais esperta que nunca. O futuro tá aí, e a Netadept tá orgulhosa de ter dado um empurrãozinho.

Conclusão: Um Wi-Fi que é mais que conexão

No fim das contas, o projeto wireless na presidência da SABESP foi mais que instalar antenas e configurar controladoras. Foi sobre criar um ambiente onde ideias fluem, decisões acontecem e o trabalho rola sem perrengue. Com a parceria da Innovo Tecnologia, a Netadept entregou um Wi-Fi que é como um rio limpo: forte, constante e pronto pra sustentar a vida ao redor.

Se você tá pensando em turbinar a conectividade da sua empresa, dá um pulo no nosso site: netadept-info.com. A gente tá pronto pra fazer sua rede voar tão alto quanto a da SABESP. E tu, o que achou dessa história? Conta aí nos comentários, que eu quero saber sua vibe! Bora conectar o mundo juntos?

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Presidência da SABESP
Michel Casquel

Michel Casquel

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