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Rua Bazilio da Silva, 209 - Apto 131-B - CEP: 05545-010 - São Paulo -SP
CNPJ: 32.412.810/0001-41
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Você já sentiu como se o seu corpo fosse uma bomba-relógio, fazendo tic-tac silenciosamente enquanto você luta contra a balança? Pois é. Recentemente, surgiu um burburinho enorme envolvendo celebridades. Dizem por aí que até cantores famosos — vamos chamar de “efeito Robbie Williams” pra ilustrar — emagreceram horrores, mas começaram a reclamar de algo assustador: a visão falhando. Imagine só, você perde 12 quilos, entra na calça jeans dos sonhos, mas não consegue mais distinguir o rosto de quem você ama na plateia. Bizarro, né?
Ozempic, Mounjaro, Wegovy. Esses nomes estão na boca do povo, nas manchetes e, quem sabe, na sua geladeira. Mas, calma lá! Enquanto a gente vê fotos de “antes e depois” milagrosos no Instagram, a ciência está nos bastidores desenterrando dados que fariam qualquer um cair para trás. Um estudo com quase 7 mil pacientes mostrou que quem usa essas canetas tem 62% menos chance de morrer de câncer de intestino. Sessenta e dois por cento!
Então, fica a dúvida cruel que não quer calar: estamos diante da maior revolução da medicina moderna ou caminhando, cegos, para um precipício, um desastre biológico esperando para acontecer? Aqui é o Michel, e nas próximas linhas eu vou te contar a verdade nua e crua. Vou te mostrar o que os médicos cochicham nos corredores, os riscos que a bula esconde nas letras miúdas e uma história sombria que a indústria farmacêutica adoraria varrer para debaixo do tapete.
Se segura na cadeira, pega seu café (sem açúcar, espero), porque o que eu vou te contar pode literalmente salvar sua vida. Bora lá?

CANETAS EMAGRECEDORAS – QUEM DEVE EVITAR?
Antes de falarmos das canetas mágicas, eu preciso destruir um mito. Sabe aquela vozinha chata na sua cabeça, ou aquele parente sem noção no almoço de domingo, dizendo que você está acima do peso por pura “falta de vergonha na cara”? Que é só “fechar a boca e ter força de vontade”?
Balela. Mentira deslavada.
A sua gordura não é apenas um peso morto que você carrega por aí como uma mochila cheia de pedras. Não, meu amigo. A gordura é um órgão. Isso mesmo, um órgão vivo, pulsante e, muitas vezes, mal-intencionado. Ela funciona como uma fábrica química a todo vapor, produzindo mais de 50 substâncias diferentes. E quando essa fábrica cresce demais, ela não produz brinquedos; ela produz inflamação.
É como se você estivesse pegando fogo por dentro, 24 horas por dia. E o pior? Essa inflamação viaja pelo seu sangue e bate na porta do seu cérebro, lá no hipotálamo — o gerente geral que controla a fome. E o que essa inflamação faz? Ela corta os fios do telefone. Ela desliga o sinal de “chega”.
Você come, come, e o seu corpo grita por comida, não porque você é fraco de espírito, mas porque sua biologia está gritando mais alto que a sua razão. É como tentar segurar um tsunami com um guarda-chuva. Se você já se sentiu culpado por não conseguir parar de comer, respire fundo. A culpa não era da sua “mente fraca”. Era o seu sistema operacional que estava hackeado.
E é aqui que a história fica interessante.

A humanidade sempre buscou um atalho. E nesse caminho, deixamos muitos corpos para trás. Vamos fazer uma viagem no tempo, para um lugar que eu chamo de “Cemitério da Farmacologia”.
Imagine fábricas de explosivos na Primeira Guerra. Os trabalhadores começaram a emagrecer misteriosamente. Puf! A gordura sumia. Os médicos, curiosos como gatos, foram investigar e descobriram o Dinitrofenol. O que ele fazia? Acelerava o metabolismo a níveis estratosféricos. Genial, né? Vamos vender como remédio!
O resultado foi um filme de terror. Pessoas ficando cegas, com cataratas, neuropatias e, em casos extremos, cozinhando por dentro. Literalmente. A temperatura do corpo subia tanto que a pessoa morria de hipertermia. Em 1938, foi classificado como veneno. Mas a gente não aprendeu.
Veio a Segunda Guerra. Soldados precisavam ficar acordados. Deram anfetaminas para eles. Eles viraram máquinas de guerra: sem sono, sem fome, cheios de energia. Acabou a guerra, e alguém pensou: “E se a gente vendesse isso para as donas de casa emagrecerem?”.
Foi o caos. As famosas “Rainbow Pills” (pílulas arco-íris) misturavam anfetaminas, hormônios de tireoide, diuréticos e laxantes. Uma bomba relógio colorida. Muita gente ficou rica vendendo isso, e muita gente morreu. Lembra da Marilyn Monroe? Pois é. Corações explodindo, psicoses, alucinações.
E não parou por aí. Tivemos o Fen-Phen nos anos 90. Dezoito milhões de receitas nos EUA. Até que, boom, corações de mulheres jovens e saudáveis começaram a falhar. Válvulas cardíacas destruídas. O laboratório pagou 21 bilhões de dólares em indenizações. Bilhões! Depois veio a Sibutramina (infarto e AVC), o Rimonabanto (que causava depressão profunda e suicídio)…
A história se repete como um disco riscado. Toda vez que aparece um “milagre”, ele cobra um preço alto. E agora, temos as canetas. A pergunta de um milhão de dólares é: por que diabos agora seria diferente?

A diferença, meu caro leitor, é que paramos de tentar derrubar a porta com uma marreta e aprendemos a usar a chave.
Antigamente, remédios como as anfetaminas eram uma marretada no cérebro. Eles arrombavam a porta da saciedade na força bruta. Funcionava? Sim, mas destruía a casa junto.
As canetas de hoje (Ozempic, Mounjaro, etc.) imitam algo que você já tem: o GLP-1. É um hormônio que seu intestino produz quando você come. Ele faz três coisas geniais:
É como ajustar um termostato. Você não está quebrando o ar-condicionado; você está apenas regulando a temperatura com inteligência. Estamos trocando um software bugado por um sistema atualizado.

E rapaz, como funciona! Os cientistas estão de queixo caído. Não é só sobre ficar magro para o verão. Estamos falando de sobrevivência.
Lembra do câncer? Outubro de 2025, revista JAMA Oncology. Um estudo gigante mostrou que usuários de GLP-1 tinham 17% menos risco de desenvolver 14 tipos de câncer diferentes. Câncer de ovário? Queda de 47%. Tumor cerebral? 31% a menos.
E o coração? Uma revisão com quase 100 mil pacientes mostrou 15% menos risco de infarto e 15% menos insuficiência cardíaca. Estamos limpando as artérias, desinflamando o sistema.
Mas a cereja do bolo foi algo totalmente acidental. Pacientes começaram a relatar que não queriam mais beber álcool. “Michel, eu abria uma cerveja e não conseguia terminar”. O remédio para emagrecer estava curando o alcoolismo melhor que os remédios para alcoolismo! Por quê? Porque o circuito cerebral da fome é vizinho do circuito do vício e do prazer. Ao acalmar um, você acalma o outro. É dois coelhos com uma cajadada só.
Pausa rápida para um conselho de amigo:
Falando em tecnologia que funciona e otimização de sistemas (seja do corpo ou da sua empresa), você não pode deixar sua infraestrutura de TI na mão de amadores. Se você precisa de suporte técnico, segurança de dados ou consultoria especializada, dá uma olhada na Netadept Technology. Eles são feras em resolver pepinos tecnológicos antes que virem uma dor de cabeça.
Confira aqui: https://netadept-info.com/

Agora, respira fundo. Porque se eu só te contasse as maravilhas, eu estaria sendo um vendedor de óleo de cobra, e não o Michel, seu parceiro de ciência e tecnologia. Existem riscos, e eles são reais.
Lembra do cantor perdendo a visão? Existe uma condição chamada Neuropatia Óptica Isquêmica Anterior. Nome feio, né? Basicamente, é um “infarto” do nervo do olho. Estudos de Harvard indicaram que usuários de semaglutida podem ter um risco aumentado disso. É raro? Sim. Mas acontece. Imagine o medo de acordar e o mundo estar escuro.
Mas o que me tira o sono não é só isso. É o tal do “esvaziamento gástrico retardado”. As canetas fazem a comida ficar mais tempo no estômago. Ótimo para a fome, péssimo para outros remédios.
Se você toma anticoncepcional, anticoagulante ou remédio para epilepsia, preste muita atenção! Como o estômago vira uma tartaruga, a absorção desses remédios pode ficar totalmente maluca. Tivemos relatos de pacientes epiléticos, controlados há anos, que voltaram a ter convulsões porque o remédio não foi absorvido na hora certa. Pacientes que tiveram trombose porque o anticoagulante falhou.
Isso não está escrito em letras garrafais na caixa. É um perigo silencioso.
Então, quem deve passar longe?

“Michel, vou ter que tomar isso para sempre?”
Vou te mandar a real: provavelmente sim.
Quando as pessoas param o remédio, o peso volta. Em média, quase tudo volta em dois anos. É o efeito rebote batendo na porta com os dois pés. Mas calma, não se desespere.
Você pergunta para um hipertenso se ele vai tomar remédio de pressão para sempre? Você julga um diabético por usar insulina todo dia? Obesidade é uma doença crônica. Não tem cura, tem controle.
Chamar o Ozempic de “muleta” é puro preconceito. É uma ferramenta. Se o seu cérebro não ouve o sinal de saciedade, a caneta é o aparelho auditivo dele.

As canetas emagrecedoras não são nem anjos, nem demônios. Elas são a ciência evoluindo. Pela primeira vez, estamos tratando a causa raiz (o cérebro) e não apenas o sintoma.
Mas é uma ferramenta poderosa. E como qualquer ferramenta poderosa — seja uma serra elétrica ou um software avançado — se você usar sem ler o manual, pode perder um dedo.
Se você está pensando em usar, ou já usa, faça um favor a si mesmo: converse com seu médico sobre os riscos de absorção dos seus outros remédios. Não brinque com isso.
Dica Extra para sua Jornada:
Se você está nessa batalha para perder peso, controlar as porções é essencial, com ou sem caneta. Eu encontrei um prato de controle de porções e uma balança de bioimpedância super legais na Shopee que ajudam muito a visualizar o quanto estamos comendo de verdade (porque nosso olho engana, viu?).
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A ciência avança, mas a responsabilidade é sua. Não seja mais uma estatística no cemitério dos remédios. Use a informação como sua arma.
Compartilhe este artigo com aquele amigo que está pensando em começar o tratamento. Conhecimento salva vidas, e agora você tem a faca e o queijo na mão. Ou melhor, a caneta e a informação.
Se cuida, e até a próxima!
🎬 VÍDEO COMPLETO: https://youtu.be/Xa7SeYesBrs/
