Vão Tomar Seu Lugar no Trabalho

Como a Netadept Está Blindando os Parques Eólicos de Cajuína, Assu e Castanha Contra Hackers – Fase 1!

Como a Netadept Está Blindando os Parques Eólicos de Cajuína, Assu e Castanha Contra Hackers – Fase 1!

Imagine um cenário onde as gigantescas turbinas eólicas, girando sob o sol escaldante do Rio Grande do Norte, não estão só gerando energia limpa, mas também enfrentando uma guerra silenciosa contra hackers. Parece coisa de filme de ação, né? Pois é, mas essa é a realidade que a Netadept Technology, junto com a ETX Automação, encarou de peito aberto na Fase 1 do projeto de cibersegurança para os Parques Eólicos de Cajuína e Assu, com planos de expandir para Castanha. Com tecnologia de ponta, estratégias espertas e uma pitada de criatividade, eles transformaram as subestações de energia em fortalezas digitais. Bora mergulhar nessa história eletrizante e descobrir como a Netadept está blindando o futuro da energia renovável no Brasil?

O Desafio: Proteger o Coração da Energia Eólica

Como a Netadept Está Blindando os Parques Eólicos de Cajuína, Assu e Castanha Contra Hackers?

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

Os Parques Eólicos de Cajuína, na cidade de Lages, e Assu, no município de Assu, no Rio Grande do Norte, são como os pulmões da energia limpa brasileira. Suas turbinas giram dia e noite, alimentando milhares de casas. Mas, nos bastidores, há uma batalha invisível: proteger essas subestações contra hackers. Isso mesmo! Subestações de energia são alvos suculentos para ataques cibernéticos. Um invasor esperto pode bagunçar a automação, roubar dados ou até causar um apagão. E ninguém quer ver um parque eólico virar refém de um ransomware, né?

A missão da Netadept, em parceria com a AES Tietê e a ETX Automação, era clara: criar uma rede segura e interconectada entre as subestações de Cajuína e Assu, garantindo que tudo funcionasse como um relógio suíço, sem deixar brechas para os vilões digitais. Mas, ó, não era só plugar uns cabos e pronto! Tinha um baita desafio pela frente: as subestações estão separadas por 70 km, e a linha OPGW (a fibra óptica que corre junto com os cabos de energia) ainda não estava pronta. Além disso, era preciso sincronizar servidores, proteger contra malwares e permitir que o Centro de Operações da AES Tietê monitorasse tudo sem riscos. Um quebra-cabeça daqueles que dá um frio na barriga!

A Solução: Uma Fortaleza Digital em Duas Frentes

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

A Netadept e a ETX Automação não perderam tempo. Como um time de super-heróis, elas dividiram as tarefas: a Netadept cuidou da rede LAN/WAN e da cibersegurança, enquanto a ETX focou na automação e no antivírus. O resultado? Uma arquitetura de rede que é tipo um castelo medieval, com muralhas, torres de vigia e portas trancadas a sete chaves. Vamos dar uma espiada no que foi implementado em cada subestação.

Subestação de Cajuína: O Quartel-General Tecnológico

Em Cajuína, a Netadept montou um verdadeiro arsenal digital. Pense numa base de operações onde cada equipamento é um soldado treinado para proteger o sistema:

  • 2 Firewalls Cisco Firepower 1120: Esses caras são como guardas armados na entrada do castelo. Eles filtram cada pedacinho de dado que entra ou sai, bloqueando qualquer tentativa de invasão. É tipo um “Vem com calma, amigo!” pra qualquer hacker.
  • 16 Switches Industriais Ruggedcom: Esses switches são os operários durões da rede, feitos pra aguentar o calor e a poeira de uma subestação. Eles conectam todos os dispositivos, garantindo que a comunicação flua lisinha, sem engasgos.
  • 2 Switches Cisco Catalyst 9200: São os maestros da orquestra, gerenciando o tráfego de dados com uma precisão de dar inveja.
  • 2 Routers Cisco C1111-4P: Esses são os guias da rede, direcionando os dados pro destino certo, como um GPS infalível.
  • Servidores e Desktops (cortesia da ETX Automação):
    • 2 Servidores Elipse E3: Rodando com Microsoft SQL Server, esses servidores são os olhos e ouvidos da subestação, monitorando tudo em tempo real – das eclusas às turbinas.
    • 1 Servidor McAfee: O cavaleiro de armadura brilhante contra malwares, sempre pronto pra dar um chute nos vírus e ransomwares.
    • 1 Servidor de Domínio: O “chefe de segurança” que decide quem entra e quem fica de fora, gerenciando acessos e permissões.
    • 1 Jump Server (UI): Uma porta secreta pra administradores, só aberta com a senha certa.
    • 2 Desktops de Engenharia: As mesas de comando dos engenheiros, usadas pra configurar e monitorar tudo, como o painel de controle de uma nave espacial.

Subestação de Assu: A Parceira Inabalável

Em Assu, a configuração é um pouco mais enxuta, mas não menos poderosa. A Netadept e a ETX capricharam:

  • 2 Firewalls Cisco ASA: Como sentinelas vigilantes, eles protegem a rede contra qualquer ataque externo. É tipo um “Aqui não, parceiro!” pra qualquer invasor.
  • 6 Switches Industriais Ruggedcom: Menos que em Cajuína, mas tão resistentes quanto, conectando tudo com eficiência.
  • 2 Switches Cisco Catalyst 9200: Mantêm o tráfego interno fluindo como um rio calmo.
  • 2 Routers Cisco C1111-4P: Garantem que os dados cheguem ao destino certo, sem desvios.
  • Servidores (também cortesia da ETX):
    • 2 Servidores Elipse E3: Monitoram a automação em tempo real, como em Cajuína.
    • 1 Servidor McAfee: O guardião contra malwares, sempre de olho.
    • 1 Servidor de Domínio: Controla quem tem acesso ao sistema.

As VLANs: Ruas Organizadas na Cidade Digital

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

Pra organizar o tráfego de dados, a Netadept criou várias VLANs (redes virtuais) em cada subestação, como se fossem ruas bem sinalizadas numa cidade digital. Cada VLAN tem um papel específico, garantindo que os dados cheguem ao destino certo sem se misturar ou cair em mãos erradas:

  • VLAN de Trânsito com TI: Essa é a ponte que liga as subestações ao sistema corporativo da AES Tietê. Com NATs (Network Address Translation) e regras de perímetro, só o Centro de Operações pode acessar as subestações, e mais ninguém. É tipo um passe VIP, só pra quem tem autorização.
  • VLAN de Trânsito entre Subestações: Essa VLAN conecta Cajuína e Assu, permitindo que os servidores de antivírus e domínio conversem entre si. É como uma linha direta entre duas bases secretas.
  • VLAN UI (Cajuína): Exclusiva pro Jump Server, garantindo que só administradores autorizados acessem remotamente. É a porta dos fundos, mas só pra quem tem a chave.
  • VLAN de Automação: Dedica-se aos servidores Elipse E3, que ficam de olho nas eclusas e outros sistemas críticos, como um vigia que nunca pisca.
  • VLAN de Antivírus: Isola o servidor McAfee, permitindo atualizações seguras sem expor o resto da rede. É tipo um cofre só pro antivírus.
  • VLAN de AD: Pra o servidor de domínio, mantendo o controle de acessos bem trancado.
  • VLAN Nessus: Usada pra testes de vulnerabilidade, como um detetive que vasculha a rede atrás de qualquer ponto fraco.

O Grande Desafio: 70 km de Distância e Nenhuma Fibra Óptica

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

Agora, segura essa: as subestações de Cajuína e Assu estão a 70 km uma da outra, e a linha OPGW, que levaria os dados por fibra óptica, ainda não estava pronta. Como fazer os servidores de antivírus e domínio conversarem? Como garantir que o Centro de Operações monitorasse tudo sem deixar brechas? Era como tentar atravessar um deserto sem estrada. Mas a Netadept não se intimidou. Com uma solução temporária que é pura genialidade, elas deram um jeito de fazer tudo funcionar.

A Solução Temporária: VPN IPSEC Site-to-Site

Com a linha OPGW fora do jogo, a Netadept aproveitou o que já existia: links de internet via rádio instalados em ambas as subestações. A ideia? Criar duas VLANs de trânsito com a internet/TI:

  1. VLAN para Comunicação com o Centro de Operações: Essa VLAN permite que a AES Tietê monitore as subestações remotamente, usando regras de perímetro tão rígidas que nem um mosquito passa sem permissão. É como um túnel secreto que só deixa passar os dados certos.
  2. VLAN para Comunicação entre Subestações: Aqui, a Netadept usou uma VPN IPSEC Site-to-Site, criando uma conexão segura entre Cajuína e Assu. É como se as subestações estivessem conversando por um rádio criptografado, onde ninguém mais pode ouvir.

Essa solução temporária foi um golaço. Os servidores de antivírus e domínio começaram a trabalhar em sintonia, e o Centro de Operações pôde monitorar tudo sem medo de hackers. Mas, como toda boa história, o caminho até aqui teve seus percalços.

Os Dragões do Caminho: Desafios e Soluções

Todo grande projeto tem seus dragões pra enfrentar, e esse não foi diferente. Vamos dar uma olhada nos principais desafios que a Netadept e a ETX precisaram superar:

  • Conectar Cajuína e Assu: Era essencial que o servidor de antivírus de uma subestação protegesse os equipamentos da outra, e que os servidores de domínio estivessem sincronizados. Sem isso, a rede ficaria vulnerável, como uma casa com portas abertas.
  • A Distância de 70 km: Sem a linha OPGW, a comunicação entre as subestações parecia uma missão impossível. Era como tentar gritar de uma cidade pra outra sem megafone.
  • Links de Internet via Rádio: As subestações já tinham links de internet via rádio, mas usá-los pra uma conexão segura e estável era como andar numa corda bamba.

A Netadept, porém, não se deixou abater. A VPN IPSEC Site-to-Site foi como um cavalo alado que atravessou os 70 km, conectando as subestações com segurança. As VLANs bem planejadas garantiram que cada pedaço da rede tivesse seu próprio espaço, como quartos numa casa bem organizada. E os firewalls? Eles foram os guardiões que mantiveram os dragões digitais bem longe.

Por Que Isso É Tão Importante?

Você pode estar pensando: “Tá, mas por que tanto esforço pra proteger umas subestações?” A resposta é simples: energia eólica é o futuro, e cibersegurança é a chave pra esse futuro brilhar. Um ataque a uma subestação pode parar a produção de energia, causar prejuízos de milhões e até afetar a rede elétrica de uma região inteira. Imagine o caos: casas sem luz, empresas paradas, e hackers rindo da desgraça alheia. A Netadept, literalmente, blindando o progresso.

Além disso, esse projeto é um exemplo brilhante de como tecnologia e criatividade podem andar de mãos dadas. A Fase 1, focada em Cajuína e Assu, é só o começo. O Parque Eólico de Castanha está na mira, e a Netadept já está planejando expandir essa fortaleza digital. É como construir um castelo maior, com muralhas ainda mais altas.

O Papel da ETX Automação: Automação e Segurança de Mãos Dadas

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

Não dá pra falar desse projeto sem dar um salve pra ETX Automação. Enquanto a Netadept cuidava das redes e da cibersegurança, a ETX trouxe a expertise em automação. Os servidores Elipse E3, com seus bancos de dados Microsoft SQL Server, são como o cérebro das subestações, monitorando tudo em tempo real. Eles acompanham desde o giro das turbinas até o funcionamento das eclusas, garantindo que a energia flua sem parar.

O servidor McAfee, instalado pela ETX, é outro destaque. Ele age como um cão de guarda, farejando malwares e neutralizando ameaças antes que elas causem estrago. E os servidores de domínio? Eles são como os porteiros do prédio, decidindo quem pode entrar e o que pode fazer. Juntos, esses sistemas formam uma rede tão segura que dá até um orgulho danado de ver.

O Futuro: Castanha e Além

A Fase 1 do projeto da Netadept e da ETX é como o primeiro capítulo de um livro épico. Cajuína e Assu agora operam com uma rede segura e interconectada, mas o plano é ir além. O Parque Eólico de Castanha está na próxima fase, e a Netadept já está sonhando alto. Com a linha OPGW concluída no futuro, a comunicação entre as subestações será ainda mais rápida e estável, como uma rodovia digital novinha em folha.

Além disso, a Netadept planeja usar os aprendizados dessa fase pra reforçar ainda mais a cibersegurança. Testes de vulnerabilidade, feitos pela VLAN Nessus, vão continuar sendo um hábito, como um médico que faz check-ups regulares pra garantir que o paciente tá de boa. E quem sabe? Talvez a próxima fase traga inteligência artificial pra prever ataques ou novas tecnologias pra deixar a rede ainda mais impenetrável.

Lições Aprendidas: O Poder da Criatividade e da Colaboração

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

Se tem uma coisa que esse projeto ensina, é que nenhum desafio é grande demais quando você tem um time afiado e uma pitada de criatividade. A Netadept enfrentou a distância, a falta de infraestrutura e a ameaça constante de hackers com uma solução que é ao mesmo tempo técnica e genial. A VPN IPSEC Site-to-Site, as VLANs bem planejadas e os equipamentos de ponta mostram que, com o plano certo, dá pra transformar até o maior dos problemas numa oportunidade.

E tem mais: a parceria entre a Netadept e a ETX é um exemplo de como a colaboração pode mover montanhas. Cada empresa trouxe sua expertise – redes e cibersegurança de um lado, automação e antivírus do outro – e o resultado foi uma rede que é mais forte que a soma das partes. É como um prato bem-feito: cada ingrediente tem seu papel, mas só juntos eles criam algo inesquecível.

Por Que Você Deveria se Importar?

Se você tá lendo isso, talvez seja um curioso, um profissional de TI ou até alguém que trabalha com energia renovável. Não importa quem você é, esse projeto tem algo pra te ensinar. Primeiro, ele mostra como a cibersegurança é crucial pra qualquer indústria, especialmente uma tão vital quanto a energia eólica. Segundo, ele prova que, com criatividade e tecnologia, dá pra superar até os obstáculos mais cabeludos. E, por fim, é um lembrete de que o futuro da energia limpa no Brasil tá mais seguro do que nunca, graças a empresas como a Netadept.

Conclusão: Um Passo Gigante pro Futuro

Blindando os Parques Eólicos de Cajuína

A Fase 1 do projeto da Netadept Technology, em parceria com a ETX Automação, é mais do que um sucesso técnico – é uma prova de que o Brasil tá na vanguarda da cibersegurança e da energia renovável. As subestações de Cajuína e Assu agora operam como fortalezas digitais, protegidas contra hackers e prontas pra alimentar o país com energia limpa. E com Castanha no horizonte, a Netadept tá só começando.

Então, da próxima vez que você vir uma turbina eólica girando contra o céu do Rio Grande do Norte, lembra disso: por trás daquele movimento, há uma rede de tecnologia e criatividade mantendo tudo seguro. A Netadept não só blindaram os Parques Eólicos de Cajuína e Assu – elas mostraram que, mesmo num mundo cheio de ameaças digitais, dá pra construir um futuro mais seguro e sustentável. E isso, meu amigo, é de tirar o chapéu!

Acesse aqui o site Netadept Technology e veja nosso portifólio de serviços.

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Michel Casquel

Michel Casquel

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