Vão Tomar Seu Lugar no Trabalho

ESCÂNDALO INTEL 13ª E 14ª GERAÇÃO! POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO?

ESCÂNDALO INTEL 13ª E 14ª GERAÇÃO! POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO?

Você conhece aquele som? Aquele zumbido elétrico, baixinho, quase imperceptível, seguido de um silêncio absoluto e ensurdecedor. Puf. A tela pisca e lá está ela, a mensageira do caos, a face da morte digital: a Tela Azul. Se você é um entusiasta de hardware, gamer ou profissional de TI como eu, sabe que esse azul não traz paz nenhuma. Pelo contrário, traz aquele frio na espinha que desce rasgando.

Agora, imagine pagar o preço de um carro popular num notebook topo de linha, uma máquina que prometia ser uma nave espacial, e receber, na verdade, uma bomba-relógio de silício. Pois é, meus amigos. Estamos vivendo um dos momentos mais turbulentos, vergonhosos e — por que não dizer — escandalosos da história recente da computação. O gigante tropeçou, e o tombo foi feio. Estamos falando do desastre dos processadores Intel de 13ª e 14ª geração, especificamente os i7 e i9, que estão transformando o sonho do PC Master Race em um pesadelo de travamentos.

E a pergunta que não quer calar, gritando nas nossas cabeças enquanto olhamos para monitores congelados: por que diabos é tão difícil (e caro) chutar o balde e migrar para um AMD Ryzen 9 aqui no Brasil? Por que parece que estamos presos num labirinto onde a única saída é comprar o chip defeituoso? Acompanhe o raciocínio, porque o buraco é bem mais embaixo.

A Morte Silenciosa do Silício: O Que Está Acontecendo?

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO

Vamos colocar as cartas na mesa sem rodeios. A Intel, que por décadas foi sinônimo de “estabilidade” (uma rocha, sólida e imperturbável), entregou nas gerações Raptor Lake (13ª) e Raptor Lake Refresh (14ª) algo que parece ter sido feito nas coxas. O problema não é software. Não é o Windows ficando maluco. É físico. É hardware degradando.

A falha, que tecnicamente chamam de “instabilidade de Vmin Shift”, é basicamente o processador pedindo voltagem demais para a placa-mãe. Imagine um carro esportivo que, do nada, decide injetar todo o nitro de uma vez só no motor enquanto você está parado no sinal vermelho. O motor não aguenta. Ele derrete por dentro. É isso que está acontecendo com os núcleos dos i9-13900K, i9-14900K e suas versões de notebook, os modelos HX.

Eles estão fritando. Literalmente cozinhando os próprios circuitos devido a picos de voltagem absurdos. E o pior? O dano é irreversível. Não adianta rezar, não adianta formatar, não adianta chorar. Uma vez que o silício degradou, é caixão e vela preta. O processador começa a errar contas básicas, e o sistema operacional, sem entender nada, joga a toalha e mostra a tela azul.

A Minha Saga com o Acer Predator: Um Relato de Terror

Aqui entra a parte onde a coisa fica pessoal. Eu, Michel, aqui da Netadept, sempre prezei por máquinas parrudas. Trabalho pesado, virtualização, renderização. Preciso de força bruta. Então, abri a carteira e investi num Acer Predator modelo PHN16-72-99MY. Uma besta enjaulada, equipada com o famigerado Intel Core i9 de 14ª geração.

Bicho, que erro. Que arrependimento amargo.

Nos primeiros dias, você sente o poder. Mas aí, a “besta” começou a mostrar as garras… contra mim. O primeiro sinal foi sutil: um travamento aqui, outro ali. Depois, a coisa escalou. O VMware Workstation, ferramenta essencial para o meu trabalho de virtualização, simplesmente se recusava a rodar. As máquinas virtuais crashavam sem motivo aparente. Eu tentava subir um servidor virtual e… tela azul.

Você começa a duvidar de si mesmo. “Será que instalei o driver errado?”, “Será que é a versão do Windows?”. Mas não. Foram quase 10 meses enfrentando problemas diários. Imagina trabalhar com uma arma apontada para a cabeça, sem saber quando o gatilho vai ser puxado. Era assim que eu me sentia. Trabalhando tenso, salvando arquivos a cada 2 minutos, com medo da máquina morrer no meio de uma reunião importante.

E o erro? Ah, o erro é traiçoeiro. A tela azul geralmente acusava “Memory Management” ou falhas de acesso à memória. E aqui está a pegadinha do Malandro: o problema no processador simula um erro de memória RAM. Você troca a RAM, gasta uma nota em pentes novos, e o problema continua lá, rindo da sua cara.

A Resposta da Assistência (e a Ironia do Destino)

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO

Cansado de lutar contra moinhos de vento, acionei a garantia. Enviei minha nave, meu Acer Predator, para a assistência técnica oficial da Acer. Pensei: “Bom, é uma falha crônica, eles vão trocar a placa-mãe ou me dar um note novo e vida que segue”.

Doce ilusão. A resposta que recebi foi, no mínimo, curiosa — para não dizer ultrajante. A Acer me informou que, infelizmente, não possuía peças para reparo (leia-se: processadores ou placas-mãe que não estejam fritas) e, pasmem, não tinham nenhum notebook de valor similar em estoque para fazer a troca.

A solução proposta? A restituição do valor pago.

Agora, pare e pense comigo. O reembolso é lei, é direito, ok. Mas aqui entra a ironia fina, daquelas de machucar: eu entrei no site da Acer no mesmo dia em que recebi o e-mail deles. E o que eu vi lá? O meu modelo, o exato PHN16-72-99MY, brilhando na vitrine virtual, DISPONÍVEL PARA VENDA.

Como assim, cara pálida? Vocês não têm estoque para honrar a garantia de quem já pagou (e pagou caro), mas têm estoque para vender para um novo cliente desavisado? É como vender passagem para um voo que você sabe que não tem assento. Ou pior, vender passagem num avião que você sabe que está com o motor pegando fogo. Isso cheira a medo. Medo de me darem outro note do mesmo lote que vai dar o mesmo problema em dois meses. Preferem devolver o dinheiro e se livrar do “cliente chato” do que resolver o problema de engenharia.


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Olha, se eu, que respiro tecnologia, passei por esse perrengue de 10 meses com um equipamento “premium”, imagine o que pode acontecer com a infraestrutura da sua empresa se não houver uma gestão profissional.

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O “Efeito Dominó” e a Cegueira do Mercado

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO?

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO

Voltando ao nosso drama. O que aconteceu comigo não é um caso isolado. Fóruns como Reddit, Clube do Hardware e até os comentários nos vídeos de tech estão inundados de relatos idênticos. Gente que comprou i9 13900K ou 14900K para editar vídeo, renderizar 3D ou compilar código e agora tem um peso de papel de luxo.

As desenvolvedoras de jogos foram as primeiras a gritar. Criadores de engines como a Unreal Engine começaram a notar que os jogos crashavam na compilação de shaders apenas em CPUs Intel topo de linha. A Intel demorou meses, quase um ano, para admitir a culpa. Primeiro culparam as placas-mãe (que jogavam voltagem demais por padrão), depois lançaram atualizações de BIOS, microcódigos (o famoso 0x129), mas para quem já teve o chip degradado, a atualização de software é como colocar Band-Aid em fratura exposta. Não resolve.

E o Brasil nessa história? O Brasil é o país onde o consumidor paga o pato, o ganso e a granja inteira.

A Lenda Urbana do AMD Ryzen 9 no Brasil

Se a Intel está dando dor de cabeça, a lógica de mercado seria simples: “Vou comprar o concorrente”. A AMD, com seus processadores Ryzen série 7000, 8000 e a novíssima 9000, está voando baixo. Eficiência energética, frios (comparados aos vulcões da Intel) e com desempenho multicore absurdo.

Então você, consumidor esperto, decide procurar um notebook com Ryzen 9 no Brasil. Você abre os sites de busca, as grandes varejistas, e o que encontra?

Grilos. Mato alto. Nada.

É mais fácil encontrar uma nota de 200 reais na calçada do que um notebook high-end com Ryzen 9 à pronta entrega no varejo nacional. E quando encontra, o preço é proibitivo, muitas vezes mais caro que o próprio Intel i9 defeituoso.

Mas por quê? Por que não temos Ryzen 9 barato?

Isso é um mistério envolto numa charada dentro de um enigma, temperado com burocracia brasileira. Existem algumas teorias (e realidades) sobre isso:

  1. A Inércia das Montadoras: Marcas como Dell, Acer, Samsung e afins têm contratos gigantescos e antigos com a Intel. A tal da “Intel Inside” não é só um adesivo bonitinho, é verba de marketing, é subsídio, é parceria de décadas. Mudar a linha de produção para AMD exige esforço, e parece que as montadoras locais têm preguiça (ou falta de incentivo) para trazer os chips topo de linha da vermelhinha para cá. Eles trazem os Ryzen 3 e 5, às vezes um 7, mas o 9? O 9 é tratado como artigo de luxo exótico.
  2. O Custo Brasil e Impostos: Importar chips de alta performance esbarra na nossa muralha tributária. Mas isso vale pra Intel também, certo? A diferença é o volume. Como a Intel domina o mercado corporativo, o volume dilui o custo. A AMD, com menos volume no high-end mobile no Brasil, acaba chegando com preço de joia rara.
  3. Falta de Incentivo: O governo não facilita. Não existem incentivos específicos para diversificar a tecnologia importada. Ficamos reféns do que as montadoras decidem que “o brasileiro merece”. E aparentemente, eles acham que merecemos pagar 15 mil reais num processador que degrada em 6 meses.

AMD Ryzen 8000 e 9000: O Oásis que Não Podemos Beber

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO

Lá fora, nos EUA e Europa, a galera está feliz da vida montando setups com os novos Ryzen 9000 ou notebooks com os Ryzen AI série 300. São chips que entregam performance brutal sem consumir a energia de uma usina nuclear e sem a instabilidade suicida da 14ª geração da Intel.

Aqui no Brasil? Estamos vivendo de restos. Enquanto o mundo avança para chips focados em IA e eficiência, nós estamos brigando com assistências técnicas para trocar processadores que já nasceram mortos. É uma vergonha. É como se estivéssemos numa ilha deserta vendo os navios passarem longe.

A família Ryzen 8000G, por exemplo, trouxe gráficos integrados que rodam jogos pesados sem placa de vídeo dedicada. Isso seria a revolução para o gamer brasileiro que não tem grana pra uma RTX 4090. Cadê esses notebooks em massa nas prateleiras da Magazine Luiza? Cadê a “Black Friday” de Ryzen 9?

Não tem. E a culpa é de um mercado viciado no monopólio azul, que agora está cobrando seu preço em telas azuis.


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Se você, assim como eu, está sofrendo com temperaturas altas (seja Intel ou AMD, porque o verão brasileiro não perdoa ninguém), talvez seja hora de dar um jeito na refrigeração antes que seu chip derreta.

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O Veredito: O Que Fazer Agora?

POR QUE NÃO TEMOS RYZEN 9 BARATO

Se você está na mesma situação que eu estive com meu Acer Predator, a minha recomendação de amigo é: pegue o dinheiro. Se a assistência te oferecer a restituição, aceite. Não caia na tentação de pegar “outro igual”, porque a chance de você pegar outro silício premiado com o defeito é altíssima.

A Intel diz que o novo microcódigo resolve o problema para quem ainda não teve travamentos. Mas você vai pagar para ver? Vai arriscar seu trabalho, seus projetos, sua sanidade mental numa promessa de software para um erro de hardware?

Eu aceitei a restituição. Foi triste ver minha máquina dos sonhos ir embora numa caixa de papelão, mas foi um alívio me livrar da ansiedade da próxima tela azul.

Quanto ao mercado brasileiro e a falta de AMD Ryzen 9… bom, nos resta fazer barulho. Reclamar nas redes sociais das fabricantes, boicotar lançamentos defeituosos e valorizar as poucas lojas que trazem opções da AMD. O consumidor tem a força, mas só se ele souber usar a carteira como arma.

Por enquanto, o cenário é esse: um gigante sangrando em praça pública, usuários com máquinas de milhares de reais servindo de peso de porta, e a alternativa salvadora (AMD) sendo tratada como contrabando de luxo em terras tupiniquins.

O escândalo não é só o defeito. O escândalo é a falta de opção.

Se você tem um Intel de 13ª ou 14ª geração, monitore suas voltagens. Atualize sua BIOS ontem. E se vir uma tela azul… bom, saiba que você não está sozinho nessa trincheira. Eu estive lá por 10 meses, e a única saída foi pular fora do barco antes que ele afundasse de vez.

Fiquem espertos, meus amigos. E que seus frames sejam altos e suas temperaturas baixas (seja lá com qual processador você conseguir comprar).

👇 Descubra a verdade no vídeo completo:
▶️ Link do Vídeo: https://youtu.be/0RrG1c07QFY/

Michel Casquel

Michel Casquel

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