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Rua Bazilio da Silva, 209 - Apto 131-B - CEP: 05545-010 - São Paulo -SP
CNPJ: 32.412.810/0001-41
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Por Michel
Sabe aquele medo gelado que percorre a espinha quando a gente pensa no fim? Pois é. Todo mundo, ou pelo menos a grande maioria de nós, morre de medo da “Dona Morte”. Se a gente pudesse escolher numa prateleira de supermercado, a imortalidade estaria esgotada. Ninguém quer bater as botas. Mas, a vida é uma caixinha de surpresas irônica, né? Existe um sujeito nesse mundão de meu Deus que deseja o fim mais do que ganhar na loteria.
Estou falando de Ismail Azizi. E calma, não é que o cara seja um depressivo que odeia viver ou que a vida dele seja um vale de lágrimas sem fim. O buraco é muito mais embaixo. O problema do Ismail, e segura essa que é pesada, é que ele simplesmente não consegue morrer de vez.
Parece roteiro de filme de ficção científica ou aquelas histórias de pescador que o tio conta no churrasco, mas é a pura realidade de um vilarejo na Tanzânia. O cara já foi dado como morto não uma, não duas, mas seis vezes. E adivinha? Ele sempre volta. Não importa se o corpo foi quebrado, envenenado, doente ou até carbonizado. Ismail é como uma fênix teimosa que se recusa a virar cinzas.
Hoje, eu, Michel, vou te guiar por essa montanha-russa de emoções, cheiro de formol e mistério. Puxa a cadeira, pega um café (ou uma água com açúcar) e vem comigo conhecer o homem que a medicina não explica e a morte rejeita.

6 VEZES MORTO? A HISTÓRIA CHOCANTE DE ISMAIL
Antes de a gente mergulhar nas tragédias, vamos contextualizar. Ismail Azizi é um homem de 40 anos, morador do interior da Tanzânia, na África. Sabe aquele tipo de pessoa que você cruza na rua e não dá nada? Aquele sujeito com cara de “todo mundo”? Pois é. À primeira vista, Ismail é a definição de comum. Ele nasceu numa família humilde, sem berço de ouro, naquele cenário onde cada dia é uma luta pelo pão de cada dia.
Ele vive num vilarejo chamado Iku. Imaginem um lugar onde as tradições ancestrais são tão fortes quanto o sol do meio-dia. Um lugar onde todo mundo conhece todo mundo, onde a fofoca corre mais rápido que notícia ruim. Ismail cresceu ali, jogando bola na terra, sonhando em estudar, ter uma vida mansa. Mas a realidade bateu na porta cedo. Sem grana para os estudos, ele teve que pegar no batente, assumindo responsabilidades de gente grande ainda moleque.
Até aí, uma história igual a de milhões, certo? Errado. O destino, com seu humor ácido, tinha planos bem diferentes para o nosso amigo Ismail. O que era para ser uma vida anônima de trabalho braçal se transformou num pesadelo de celebridade macabra.

A primeira vez que a “Ceifadora” veio visitar o Ismail, foi num dia de trabalho qualquer. O sol queimava a nuca, o suor escorria, rotina pesada. De repente… Cabum! Um acidente brutal. As testemunhas dizem que foi uma daquelas cenas que você vira o rosto para não ver. O corpo do Ismail ficou num estado lastimável. A gravidade era tanta que quem estava perto já começou a rezar, porque a esperança tinha ido embora.
Levaram ele às pressas para o hospital. Sabe aquela correria de emergência? Médicos gritando, macas correndo. Mas não teve jeito. O diagnóstico foi frio e seco: óbito. Ismail não resistiu. O coração parou, o peito silenciou. Os médicos, cumprindo o protocolo, assinaram o papel, cobriram o rosto dele e mandaram o corpo para o necrotério. Aquele lugar frio, com cheiro de desinfetante e silêncio.
A família, coitada, recebeu a notícia como uma marretada. O choro, o desespero, os preparativos para o funeral. Mas aí, meus amigos, o impossível resolveu dar as caras.
Enquanto o corpo do Ismail esfriava na laje do necrotério, horas depois da morte confirmada, algo bizarro aconteceu. Ele simplesmente abriu os olhos. Ismail conta que não viu luz no fim do túnel, não viu parentes falecidos, nada. Só sentiu um frio de rachar. A consciência voltou devagarinho, como quem acorda de uma soneca num domingo chuvoso. Ele se levantou e começou a caminhar.
Imagina a cena: os funcionários do necrotério, acostumados com a quietude dos mortos, dão de cara com o “cadáver” andando pelo corredor. Foi um Deus nos acuda! Gente correndo, gritando, questionando a própria sanidade. Como é que pode? A medicina dizia que ele estava morto. A realidade mostrava ele ali, em pé. Ismail voltou para casa, andando, e encontrou o próprio funeral sendo organizado. Foi um choque térmico na alma de todo mundo.
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Se tem uma coisa que a gente aprende com o Ismail é que resiliência é tudo. Mas no mundo corporativo, sua empresa não pode se dar ao luxo de “morrer e voltar”. Você precisa de estabilidade constante.
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Passado o susto do primeiro “retorno”, a vida seguiu. O ser humano tem essa capacidade incrível de normalizar o absurdo, né? Ismail voltou a trabalhar, a vida entrou nos eixos. Mas a paz durou pouco. Meses depois, um mosquito pequenininho, quase invisível, trouxe a segunda sentença. Malária.
No vilarejo dele, isso não é brincadeira. Sem tratamento rápido, o parasita faz a festa. Primeiro no fígado, depois detonando as células vermelhas. Ismail começou a sentir aquele cansaço que pesa nos ossos, uma fraqueza que te joga na cama. A febre veio galopante. E o pior? Ele estava sozinho. Ninguém veio ajudar. Ficou ali, semanas, o corpo lutando uma guerra perdida.
Quando finalmente alguém apareceu, o estrago estava feito. Anemia grave, órgãos parando. Levaram ele para o hospital, mas os médicos balançaram a cabeça. “Não tem mais jeito”, disseram. E, como previsto, Ismail morreu. De novo.
A família, já calejada mas ainda sofrendo, preparou o caixão. Colocaram o corpo lá dentro. Tudo pronto para o adeus final. E o que acontece? Puf! O peito volta a subir e descer. Os olhos se abrem. Ismail estava de volta.
Os pais dele ficaram paralisados. Era um misto de alegria e terror. Chamaram o médico, que devia estar pensando que o diploma dele era falso, porque aquilo não existia nos livros. Ismail, mais uma vez, desafiou a lógica biológica. Ele estava vivo, sem sequelas, pronto para outra. Ou quase.

A essa altura, o pessoal da vila já olhava para o Ismail meio torto. “Que homem é esse que a morte não quer?”, cochichavam. Mas Ismail tentava focar no trabalho. Até que veio a viagem de carro.
Ele estava na estrada, tranquilo, quando o destino pregou mais uma peça. O carro dele bateu de frente com um caminhão de combustível. Buum! A explosão foi cinematográfica. Uma coluna de fogo e fumaça subiu aos céus. Ferro retorcido, calor infernal. Não tinha como sobrar nada vivo ali.
Ismail foi tirado dos destroços, levado em coma, todo arrebentado. No hospital, a rotina se repetiu: tentativas de reanimação, falha, óbito. Terceira morte confirmada. Terceiro atestado assinado.
E, como num disco riscado, ele voltou. Acordou do coma pós-morte como se nada tivesse acontecido. Sem danos cerebrais, sem paralisia. O corpo se consertou sozinho. Foi aí que o medo começou a mudar de forma. A família começou a se afastar. Não era mais “milagre”, parecia… assombração. Ismail se viu isolado, um estranho no ninho dos vivos.

Isolado, triste, mas vivo, Ismail continuou sua jornada solitária. Trabalhando na terra, mexendo no mato. E o perigo, que parece ter um GPS ligado no Ismail, apareceu rastejando. Uma cobra venenosa picou ele.
Ele ficou horas caído no mato, o veneno circulando, paralisando, destruindo tecidos. Quando encontraram ele, já estava frio. Levaram para o hospital, e dessa vez os médicos pensaram: “Bom, agora vai”. Atestaram a morte. Mas, escaldados com o histórico do “Homem-Gato” (que tem 7 vidas), decidiram segurar o corpo.
Deixaram Ismail no necrotério por três dias. Três dias! 72 horas numa gaveta gelada, sem comer, sem beber, sem respirar, com o coração parado. O sangue coagulando (ou deveria estar). No terceiro dia, a família pensou: “Agora sim, vamos enterrar”. Foram lá buscar o corpo.
Quando abriram a gaveta… horror absoluto. Ismail respirou fundo, se espreguiçou e abriu os olhos. Quarta vez. Quatro mortes. Quatro retornos. A comunidade entrou em pânico. Não era mais curiosidade, era pavor. Ismail virou “persona non grata”.
FALANDO EM SOBREVIVÊNCIA…
Já que o assunto é escapar de situações extremas, a gente nunca sabe quando vai precisar de um kit de emergência, né? Não precisa morrer e voltar, mas estar preparado é bom.
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(Nota: Melhor prevenir do que ter que testar a sorte igual ao Ismail!)

A quinta morte foi uma queda. Ismail caiu num poço. Uma queda funda, impacto seco, água, afogamento. Tiraram ele de lá sem vida. Necrotério, atestado, choro (cada vez menos choro e mais medo). E, claro, ele acordou. Como quem acorda de um pesadelo, só que o pesadelo era real para quem via.
Foi a gota d’água. O vilarejo de Iku, imerso em crenças sobre o sobrenatural, decretou: Ismail não era humano. Era um bruxo, um demônio, um espírito maligno que ocupava um corpo. “Ele é amaldiçoado”, diziam as vizinhas. “Isso é coisa do diabo”, diziam os mais velhos.
O pobre Ismail, que só queria viver (ou morrer em paz), se viu cercado de ódio. As pessoas que ele conhecia desde criança, que jogaram bola com ele, agora queriam o sangue dele. E isso nos leva ao episódio mais triste e brutal dessa saga.
Era uma noite quente. A lua cheia iluminava a savana. Ismail acordou com gritos. “Bruxo! Demônio! Sai daí!”. Olhou pela janela e viu o clarão das tochas. A multidão, com ódio nos olhos, cercou a casa dele.
Não deram chance de defesa. Atearam fogo na casa com ele dentro. A estrutura de madeira e palha virou uma fogueira em segundos. Ismail sentiu o calor lamber a pele, a fumaça sufocar os pulmões. Ele gritou, mas os gritos foram engolidos pelo estalar da madeira queimando. A casa desabou sobre ele.
Algumas pessoas, com um pingo de humanidade, tentaram apagar o fogo e tirar ele de lá, mas era tarde. O corpo estava carbonizado, em carne viva. Ismail chegou ao hospital morto. Queimaduras de terceiro grau, intoxicação, órgãos cozidos pelo calor.
Os médicos olharam aquilo e pensaram: “Dessa vez, impossível. O corpo está destruído”. Mas o impossível é a rotina do Ismail. Horas depois, no necrotério, em meio às dores excruciantes das queimaduras, ele acordou.
O coração voltou a bater. A pele começou um processo de cicatrização inexplicável. Hoje, ele tem as marcas, as cicatrizes do fogo, mas está funcional. Anda, fala, respira. Mas por dentro… por dentro, algo quebrou de vez.

Depois da sexta morte, Ismail virou uma lenda viva. Um pária. Ele vive isolado numa casinha afastada, porque ninguém quer chegar perto. Médicos do mundo todo já ouviram falar, alguns foram lá, examinaram, fizeram testes.
O resultado? Nada. Zero. Niente.
Não há uma mutação genética óbvia. Não há explicação lógica. Alguns falam em catalepsia (aquela condição onde os sinais vitais ficam quase imperceptíveis), mas catalepsia não cura queimadura de terceiro grau nem regenera órgãos após explosão de caminhão. Catalepsia não te traz de volta depois de três dias na geladeira do IML.
Existe um rumor na família de que o avô do Ismail passou por isso uma vez. Uma vez. Não seis! Será genético? Será espiritual?
Os religiosos dizem que é um milagre, que Deus tem um propósito. Mas que propósito cruel é esse que te faz sentir a dor da morte tantas vezes? Outros dizem que a Morte simplesmente esqueceu o nome dele na lista. Ou pior, que ele foi banido do além.

Hoje, Ismail Azizi vive num silêncio ensurdecedor. Ele não casou, não teve filhos. Quem vai querer casar com o homem que morre e volta? O medo fala mais alto que o amor nessas horas.
Ele diz que não sente nada de especial quando volta. Só frio. E depois, a solidão. Ele confessa que, lá no fundo, tem medo de ser imortal. “E se eu nunca puder descansar?”, ele se pergunta. Para a maioria de nós, a vida é uma dádiva. Para o Ismail, a morte definitiva seria o maior presente de todos.
É uma ironia fina e dolorosa. Ele caminha entre nós, com suas cicatrizes e sua história, esperando o dia em que a Sétima Morte virá. E a grande dúvida que paira no ar da Tanzânia é: será que a próxima será a última? Ou será que Ismail Azizi está condenado a ver o mundo acabar enquanto ele continua, teimosamente, respirando?
Eu sou o Michel, e essa história me fez pensar: a gente corre tanto atrás de viver mais, de estender os anos, de fugir do fim… mas será que a gente aguentaria o fardo de não ter um ponto final?
O caso do Ismail nos lembra que a morte, por mais assustadora que seja, é o que dá sentido e urgência à vida. Sem o fim, o meio perde a cor.
E você? O que faria se acordasse no necrotério amanhã? Deixa sua teoria maluca aí nos comentários (se tiver coragem).
Fiquem bem, cuidem-se, e por favor, tentem não morrer (pelo menos não mais de uma vez). Fui!

Este artigo é baseado em relatos e transcrições sobre o caso de Ismail Azizi. Embora os eventos sejam narrados como fatos pela comunidade local, a ciência ainda busca respostas para os fenômenos biológicos envolvidos.
Assista o nosso filme completo no YouTube: https://youtu.be/B0aX32v47V8/