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Rua Bazilio da Silva, 209 - Apto 131-B - CEP: 05545-010 - São Paulo -SP
CNPJ: 32.412.810/0001-41
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Por Michel
Galera, já dizia a velha e boa sabedoria popular: não há bem que sempre dure, mas também não existe mal que nunca termine. E olha, se tem um “mal” que a humanidade vem carregando nas costas como uma cruz pesadíssima há mais de um século, esse mal se chama Alzheimer. Tic-tac, tic-tac… o tempo passa e a esperança parecia escorrer pelos dedos a cada segundo perdido.
Durante mais de cem anos, a ciência, com toda a sua pompa e circunstância, bateu o martelo: o mal de Alzheimer seria irreversível. Ponto final. Uma sentença de prisão perpétua dentro da própria mente, onde as memórias viram fumaça. Uma doença incurável, imparável, um trem desgovernado sem freio descendo a ladeira. Mas, e se eu te dissesse que o jogo virou? E se a parede intransponível tivesse finalmente rachado?
Pois é, segura o queixo para não cair, porque isso pode estar mudando bem diante dos nossos olhos arregalados. Agora, uma equipe de pesquisadores — gente muito qualificada, que não brinca em serviço — desafiou todas as expectativas e mostrou, preto no branco, lá no laboratório, que dá para reverter os danos causados por essa doença maldita.
Reverter! Você leu certo, não é erro de digitação. Não é só parar, é voltar atrás. Como se a gente pudesse rebobinar a fita de um filme de terror e transformá-lo num final feliz de cinema. Como é que eles chegaram nisso? Será que já dá para correr para a farmácia mais próxima? As respostas, meus amigos, estão aqui neste artigo. Cola no Michel que eu te conto tudo, tintim por tintim.

Antes de a gente mergulhar de cabeça na solução mágica, a gente precisa entender o tamanho da encrenca em que estamos metidos. Saca só esse dado: a cada 3 segundos — um, dois, três… plim! — alguma pessoa no mundo vai desenvolver demência. É assustador, de arrepiar a espinha. O mal de Alzheimer é o “poderoso chefão” dessas doenças, responsável por cerca de 60% a 80% de todos os casos de demência diagnosticados.
É uma doença cruel que quebra a pessoa em pedacinhos. Ela vai apagando o indivíduo como uma borracha velha e suja passando num desenho bonito. E não atinge só quem tá doente, não. A onda de choque atinge todo mundo ao redor. Família, amigos, cuidadores… é um diagnóstico devastador em todos os sentidos, um verdadeiro terremoto emocional que abala as estruturas de qualquer lar.
Além disso, a demência já é a sétima principal causa de morte no mundo. É muita coisa, gente. Segundo dados de entidades médicas super sérias, a expectativa é que aconteça um aumento de 100% no volume de casos nos Estados Unidos nos próximos anos.
Mas se você acha que isso é problema de gringo, pode tirar o cavalinho da chuva. Aqui no Brasil e na nossa vizinhança da América Latina, a expectativa é ainda pior, mais sombria: um aumento de 200% no volume de casos. É uma bomba-relógio prestes a explodir. Até agora, tudo o que podia ser feito contra o Alzheimer era tentar reduzir os fatores de risco — comer direitinho, fazer exercícios — e minimizar alguns dos efeitos com remédios que, vamos ser sinceros, eram como tentar apagar um incêndio na floresta amazônica usando apenas um copo d’água.
Era um quadro desesperador, escuro como breu numa noite sem lua. Mas, uma luzinha — talvez um holofote potente — pode ter surgido no final desse túnel interminável. Se esse procedimento for comprovado em nós, meros mortais, vai ser um dos maiores avanços da medicina deste século. Vamos cruzar os dedos, fazer figa e entender que pesquisa maluca (e maravilhosa) é essa.
Adeus Alzheimer? A Verdade Sobre a Nova Cura.

A ciência, coitada, já tinha meio que jogado a toalha sobre esse assunto. Vamos voltar um pouquinho no tempo, na máquina da história. Em 1901, um psiquiatra alemão chamado Alois Alzheimer identificou a doença pela primeira vez. De lá para cá, todos os esforços para se conseguir uma cura foram em vão. Parecia que estávamos dando murro em ponta de faca, dia após dia.
Cientistas renomados desistiram, baixaram a cabeça. Era consenso na comunidade científica de que o chamado Mal de Alzheimer não tinha cura. Gastaram-se bilhões — com “B” de bola — de dólares em pesquisas para descobrir formas de prevenir ou até atrasar a evolução da doença. Mas a cura? Ah, isso era sonho de uma noite de verão, algo inalcançável.
Mas aí é que tá a beleza da coisa: não é assim que a ciência de verdade funciona. A ciência é teimosa, bicho! A ciência questiona, a ciência desafia, a ciência tá sempre buscando novas certezas, revirando pedras onde ninguém mais procura.
Foi exatamente o que aconteceu com pesquisadores de vários hospitais universitários dos Estados Unidos, trabalhando lado a lado com médicos do Centro Médico Louis Stokes de Cleveland, com um apoio de peso do laboratório Andrew Pieper. Essa força-tarefa, que mais parecia os Vingadores da medicina moderna, foi coordenada por pesquisadores brilhantes, incluindo a Dra. Chao.
Eles conseguiram o impossível. Eles conseguiram reverter — repito, reverter — completamente os efeitos do mal de Alzheimer em ratos de laboratório. O processo restaurou o perfeito funcionamento das capacidades cognitivas dos bichinhos. Eles foram curados. Simples assim. Puf! A doença sumiu.
Aí você me pergunta, coçando a cabeça: “Pô, Michel, mas rato tem Alzheimer?”. Na natureza, não. O Alzheimer é uma “privilegiada” maldição que afeta só os seres humanos. Nós somos os únicos seres vivos que podem manifestar esse tipo específico de demência. É mole ou quer mais?
Para não ficar fazendo experiências perigosas com pessoas logo de cara (o que seria uma loucura antiética sem tamanho), os cientistas desenvolveram formas de provocar mutações genéticas em ratos. Eles mexem no DNA dos bichinhos, como se fossem DJs remixando uma música, para que eles manifestem as mesmas deficiências neurológicas que causam o Alzheimer em humanos.
Eu sei, eu sei. É sacanagem com os ratinhos. Dá uma pena danada no coração. Mas a causa é nobre, né? É ajudar pessoas, é salvar famílias, é impedir que memórias preciosas sejam apagadas para sempre. Então, essa força-tarefa trabalhou com dois modelos diferentes de ratos “mutantes”, com dois conjuntos de genes modificados.
O resultado? Os ratos dos dois grupos apresentavam características claras de Alzheimer avançado. Perda severa de memória, raciocínio lento, ficavam perdidinhos no labirinto. Efeitos clínicos idênticos. Eram ratos com Alzheimer, sem tirar nem pôr.

Aqui a coisa começa a ficar interessante e a gente precisa usar a cabeça um pouquinho. A força-tarefa percebeu algo em comum entre os dois grupos de ratos e amostras cerebrais de pacientes humanos vítimas de Alzheimer. Nos três casos, havia um desequilíbrio na presença de uma molécula chamada NAD+.
“Michel, que raios é NAD+?”. Calma, não precisa ser biólogo para entender, eu explico fácil. Essa molécula regula a energia celular, inclusive nos neurônios. Imagina que a célula é o seu smartphone. O NAD+ é a bateria.
Acontece que o nível de NAD+ no organismo cai com a idade. É um processo natural, igual bateria viciada que não segura carga. Com pouco NAD+, a célula fica igual a um celular com 5% de bateria no modo economia: a tela escurece, os aplicativos travam, nada roda direito.
O problema surge quando essa queda de energia impede o funcionamento de tarefas que são fundamentais para aquela célula cumprir a função dela ou até mesmo sobreviver. Se a energia acaba, a célula morre. E os cientistas perceberam que a queda de NAD+ é muito, mas muito maior no cérebro das vítimas do Alzheimer do que no envelhecimento normal.
Opa! Acendeu uma luzinha de alerta no painel. Interessante isso, né?
Foi aí que entrou em cena uma substância farmacêutica com nome de robô de Star Wars: P7C3-A20. Essa substância foi desenvolvida recentemente pelo laboratório associado ao Dr. Andrew Pieper.
Os cientistas desse grupo já tinham identificado que esse remédio (vamos chamar de P7 para facilitar a nossa vida) era capaz de restaurar o equilíbrio de NAD+ em cérebros que tinham passado por danos traumáticos, tipo pancada forte na cabeça. A dúvida cruel era: será que faria alguma diferença em relação ao Alzheimer?
A curiosidade matou o gato, mas dessa vez, curou o rato. Eles resolveram testar.

As descobertas foram divididas em duas etapas, e cada uma é mais impressionante e chocante que a outra. Parece mentira de pescador, mas os dados não mentem jamais.
A primeira descoberta foi que o uso da substância em ratos jovens, mas geneticamente programados para ter Alzheimer, conseguiu evitar o surgimento da doença. Evitar! Olha só isso, cara.
Os ratos eram geneticamente modificados. Eles tinham 100% de chance de desenvolver Alzheimer. Era o destino traçado deles. Mas, com o tratamento, eles não desenvolveram nenhum sintoma. Nada. Zero. A memória continuou afiada como uma navalha. Era como se fosse uma vacina contra o Alzheimer.
Se a prevenção já foi um golaço, a segunda descoberta foi um gol de placa, daqueles de bicicleta no final da Copa do Mundo aos 45 do segundo tempo.
Eles usaram o P7C3-A20 para recuperar o equilíbrio de NAD+ em ratos que já tinham desenvolvido todos os sintomas de Alzheimer. Ou seja, os ratos estavam lá, com demência, esquecendo onde estava o queijo, com o cérebro cheio de placas e emaranhados, numa situação deplorável.
E o que aconteceu? Os sintomas foram revertidos. O cérebro dos ratos restaurou o dano provocado pelo desequilíbrio.
“Ah, Michel, mas como é que você garante que o rato tá bem mesmo? O bicho não fala, não joga xadrez, não interage no zap”. Calma, galera. Não é “achismo”, não é excesso de otimismo de cientista empolgado depois do café.
Os dois grupos de ratos apresentaram recuperação completa das capacidades cognitivas normais de um rato. Eles voltaram a encontrar a saída do labirinto rapidinho, voltaram a reconhecer objetos. Claro, rato não é o mais inteligente dos bichos, mas voltou ao seu “normal”.

Mas não ficou só no comportamento observável, entende? A ciência precisa de números, de provas químicas irrefutáveis. Foram realizados testes sanguíneos complexos para medir o nível de Tau fosforilada 217.
Que nome feio e complicado, né? Eu também enrolo a língua para pronunciar. Mas você não precisa saber a fórmula química. Você só precisa saber que isso é um biomarcador. É um identificador comprovado que só aparece em níveis altíssimos, lá nas nuvens, em pacientes diagnosticados com mal de Alzheimer. É como se fosse a fumaça preta onde tem fogo.
E adivinha o que aconteceu? Os níveis desse marcador nos ratos tratados estavam absolutamente normais. Sumiu. Desapareceu como mágica.
A Dra. Chao e a equipe comemoraram os resultados, estouraram o champanhe (metaforicamente, claro). Em resumo, eles disseram: “Por meio do nosso estudo, demonstramos uma forma de alcançar esse objetivo em modelos animais utilizando medicamentos e também identificamos proteínas candidatas no cérebro humano com Alzheimer que podem estar relacionadas à capacidade de reverter a doença”.
O estudo foi publicado no finalzinho de dezembro, tá fresquinho saindo do forno, e foi revisado por cientistas de outros laboratórios (o que a gente chama de revisão por pares). Ninguém encontrou erro. A pesquisa é sólida como uma rocha.
E agora, José? O estudo já pode passar para o próximo passo. E que passo gigante seria esse, Michel? Bom, aquilo que todo mundo tá esperando roendo as unhas, né? A hora da verdade. A testagem com pacientes humanos.
É hora de saber se os resultados obtidos com os ratinhos de laboratório podem ser replicados com pessoas, com as vítimas reais do mal de Alzheimer. Isso tem que ser feito com muito cuidado, pisando em ovos, com um rigor científico absurdo.
Não dá para sair dando remédio experimental para todo mundo na loucura. Tem que ter mecanismos de segurança comprovados, tem que ver se não vai ter efeitos colaterais indesejados no longo prazo.
Aqui cabe um aviso muito importante, um alerta vermelho piscando. Muita gente ouve falar de NAD+ e corre para comprar suplementos na internet achando que descobriu a pólvora. Cuidado! Os pesquisadores destacam que esse tipo de tratamento com o remédio P7C3-A20 é muito diferente dos suplementos atuais que prometem elevar a taxa de NAD+.
Esses suplementos que você vê por aí nas prateleiras virtuais tendem a aumentar demais o nível de NAD+. E, meu amigo, tudo em excesso faz mal, até água. NAD+ demais acaba gerando um desequilíbrio perigoso e pode até aumentar a incidência de câncer, porque células cancerígenas são gulosas e adoram energia extra para crescer.
O pulo do gato, a grande sacada que os cientistas conseguiram agora, foi uma forma de estabilizar o nível de NAD+. Nem de mais, nem de menos. No ponto certo, na medida exata. Isso é incrível e é o que torna a descoberta tão segura (aparentemente) e promissora.
Infelizmente, essa etapa de testes em humanos costuma demorar. Não tem jeito, é a vida. É burocracia, é segurança, é ética. Mas, mesmo assim, tudo isso sinaliza algo que não existiu nos últimos 125 anos de escuridão. Isso sinaliza esperança.
Pela primeira vez na história da medicina, existem indicações reais, palpáveis, de que o mal de Alzheimer pode ser revertido. Indicações sólidas. E não é só Alzheimer, não. A força-tarefa comprovou que o cérebro danificado pode, nas condições certas, consertar a si mesmo e recuperar as funções perdidas.
O cérebro tem uma plasticidade, uma capacidade de se curar, que a gente subestimava. É como descobrir que seu carro velho tem um botão de “auto-reparo” escondido no painel que ninguém nunca tinha apertado.

Bom, essa é uma notícia que eu, Michel, nunca imaginei que viria na minha vida. Muito menos que eu iria anunciar essa notícia para vocês aqui. Com os avanços na cura do câncer, avanços na reversão de lesões da espinha e agora esse avanço colossal na reversão do Alzheimer, eu tô impactado demais, cara. O coração até bate mais forte no peito.
Agora eu quero muito que revertam o glaucoma, né? Que é algo que muita gente sofre e tira a qualidade de vida. Mas, um passo de cada vez.
O ser humano, quando ele quer, quando ele se une mesmo em volta de uma causa, ele consegue feitos impressionantes. A gente foi à Lua, a gente conectou o mundo com a internet, e agora estamos hackeando a própria biologia da morte cerebral. O ser humano é uma caixinha de surpresas.
Você percebeu como a tecnologia é fundamental nisso tudo? Para analisar genes, para criar moléculas sintéticas, para medir biomarcadores… tudo envolve processamento de dados massivo, tecnologia de ponta e sistemas complexos.
Hoje em dia, saúde e tecnologia andam de mãos dadas, inseparáveis como unha e carne. Um hospital sem um bom sistema de TI para. Um laboratório sem segurança de dados corre riscos enormes. E é por isso que a infraestrutura tecnológica é tão vital quanto o bisturi do médico cirurgião.
Falando em tecnologia vital e sistemas que não podem falhar de jeito nenhum, deixa eu te dar uma dica de ouro, daquelas de amigo para amigo. Se a sua empresa precisa de suporte de TI que seja tão confiável quanto a ciência que a gente acabou de discutir, você precisa conhecer quem entende do riscado.
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Torcendo muito para essa conquista se concretizar logo. Imagina só um mundo onde o diagnóstico de Alzheimer não seja mais uma sentença final, mas apenas uma condição tratável, como uma infecção que você toma um antibiótico e resolve em uma semana?
Seria o fim das despedidas longas e dolorosas. Seria o resgate de avós, pais e mães que, hoje, se perdem dentro de si mesmos, vagando num labirinto sem fim.
Agora eu quero saber a opinião de vocês. Bora fazer uma reflexão aqui nos comentários. Você acha que vai ver a cura de todas essas doenças neste século ou você acha que não? A humanidade consegue virar esse jogo ou vai dar ruim em algum momento?
A gente vive num tempo de incertezas, mas notícias como essa nos lembram que o futuro pode ser brilhante, radiante. O túnel estava escuro, sim, mas agora tem um farol potente iluminando o caminho.
Se você curtiu esse artigo, se essa notícia te deu um quentinho no coração, compartilhe. A informação é a arma mais poderosa contra o medo. Vamos espalhar a esperança pelos quatro cantos.
Fiquem ligados, porque o Michel aqui vai estar sempre de olho, ligado no 220v. Se sair a data dos testes em humanos, se sair o nome comercial do remédio, vocês vão saber em primeira mão.
Obrigado de coração por ler até aqui. A gente se vê na próxima, com mais ciência, mais tecnologia e, se Deus quiser, mais boas notícias. Valeu, fui!

1. O remédio já está à venda na farmácia?
Não! Pelo amor de Deus, não saia procurando P7C3-A20 na drogaria da esquina. Ainda está em fase de pesquisa e precisa passar por testes clínicos em humanos (Fase 1, 2 e 3) para garantir que é seguro e eficaz para a nossa espécie.
2. Posso tomar suplemento de NAD+ para prevenir?
Os cientistas pedem cautela, muita calma nessa hora. O estudo mostrou que o equilíbrio é a chave do sucesso. Suplementos comuns podem aumentar o NAD+ indiscriminadamente, o que pode alimentar células tumorais. O remédio descoberto estabiliza o nível, o que é diferente de apenas aumentar. Consulte sempre seu médico antes de tomar qualquer coisa.
3. Quanto tempo vai demorar para chegar aos humanos?
Geralmente, testes clínicos levam alguns anos. Pode ser 5, pode ser 10 anos. Mas com a urgência do Alzheimer e os resultados promissores, agências reguladoras (como o FDA nos EUA e a ANVISA aqui) podem acelerar o processo (status de “Fast Track”).
4. Isso serve para outros tipos de demência?
O estudo focou no Alzheimer, mas como o mecanismo envolve energia celular e proteção de neurônios, existe uma possibilidade teórica de que ajude em outras doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou ELA. Mas isso é assunto para outras pesquisas futuras.
5. O que eu faço enquanto a cura não vem?
O básico que funciona e todo mundo sabe:
A esperança está viva, meus amigos. E ela tem nome de molécula.
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