Endereço
Rua Bazilio da Silva, 209 - Apto 131-B - CEP: 05545-010 - São Paulo -SP
CNPJ: 32.412.810/0001-41
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Quando a gente fala em Minas Gerais, muita gente pensa em queijo, café e estrada de terra. Mas, em Janaúba, tem algo a mais brilhando além do sol: uma planta fotovoltaica moderna, conectada a um ambiente de TI que virou quase uma cidade digital. É a UFV de Janaúba, que cresceu com a agregação da UFV de Irapuru e ganhou uma rede que não é só forte. É esperta.
No centro dessa virada, está a combinação de SD-WAN + cibersegurança implantada para o cliente Elera, em parceria com a ETX Automação e o time do Data Center da TIVIT, em São Paulo, que administra o ambiente de redes. O resultado? Uma infraestrutura que pensa, reage, protege e conecta – como se o próprio campus tivesse ganhado um cérebro novo e um sistema imunológico turbinado.
Neste artigo, vamos destrinchar, em linguagem bem simples, como esse projeto foi feito, o que mudou na prática e por que ele é um baita exemplo de “campus inteligente” aplicado à realidade brasileira.
Com a expansão da UFV de Janaúba e a agregação da UFV de Irapuru, o ambiente deixou de ser “uma usina isolada” e passou a ser um ecossistema maior, mais complexo, cheio de sistemas conversando ao mesmo tempo:
Imagina tentar coordenar isso com uma rede antiga, pensada pra um cenário bem menor. É como tentar controlar um aeroporto moderno com a torre de comando de um aeroclube. Funciona… até deixar de funcionar.
Antes do projeto, o ambiente operava com firewalls Eagle Hirschmann e switches industriais Hirschmann na rede operativa. Uma base respeitável, voltada para ambientes industriais, mas que não nasceu pensando em SD-WAN, segmentação avançada e segurança de última geração integrada ao ambiente corporativo e à nuvem.
Não é que estivesse “tudo ruim”. Mas o mundo mudou: aumento de dispositivos, mais serviços IP, mais dependência de conectividade e, claro, uma pressão absurda por segurança contra ataques cibernéticos. O jogo ficou mais rápido, e o time precisava de chuteira nova.

Pra transformar esse cenário, entrou em campo um time coordenado:
Essa turma colocou ordem no galinheiro digital com uma solução moderna baseada em SD-WAN e cibersegurança de ponta, usando equipamentos de peso de fabricantes referência no mercado.
Como a Solução SD-WAN + Cibersegurança da Elera Transformou a Rede da UFV de Janaúba!
A base técnica que transformou a UFV de Janaúba em um verdadeiro “campus inteligente” foi montada em cima de três pilares principais de hardware:
Foram implementados 2 firewalls Fortinet 200G. Eles assumiram o papel que antes era do firewall Eagle Hirschmann na borda da rede operativa, mas com uma pegada muito mais moderna:
É como se, no portão da usina, antes tivesse um segurança com prancheta. Agora, tem um sistema de reconhecimento facial, raio-x e monitoramento em tempo real – sem perder a educação com quem precisa entrar.

A equipe também implementou:
Esses switches formam a espinha dorsal da rede local (LAN). Eles são o “cruzamento principal” onde as VLANs se encontram e se organizam, com alto desempenho, redundância e recursos avançados de switching.
Na prática, eles ajudam a:
Pra fechar a tríade, foram implementados 2 roteadores Cisco C8300-2N2S-4T2X, que assumem a função de roteadores SD-WAN de nova geração.
Eles fazem a ponte entre:
Em vez de ser só um cano de dados, esses roteadores passam a “decidir” o melhor caminho, priorizar o que é crítico, aplicar políticas de segurança e dar visibilidade pro time que administra a rede lá do Data Center da TIVIT, em São Paulo.
Um dos pontos mais importantes – e muitas vezes invisíveis pra quem só usa a rede – foi a implementação de várias VLANs bem definidas. Elas são como prédios diferentes dentro do mesmo condomínio: moram todos no mesmo terreno, mas cada um tem sua portaria e suas regras.
Foram criadas e organizadas as seguintes VLANs:
Aqui trafega o coração administrativo: sistemas internos, usuários corporativos, serviços de escritório, relatórios, integrações de backoffice. Separar isso de tudo o que é industrial garante que um problema num lado não derrube o outro.
Telefonia IP é sensível a atraso e perda de pacote. Ao isolar o tráfego de voz em uma VLAN própria, o projeto garantiu:

Nessa VLAN, ficam os sistemas de monitoramento e segurança, como plataformas de supervisão, câmeras IP e outros equipamentos de vigilância e controle (por exemplo).
Separar essa camada traz:
A área de TI também ganhou seu espaço dedicado. Equipamentos de gerenciamento, servidores específicos, ferramentas de suporte e administração podem trafegar por aqui sem se misturar com “o resto do mundo”.
Isso ajuda o time técnico a ter mais clareza, monitorar, testar e intervir sem interferir nos serviços finais.
A interligação com a subestação é parte vital da operação da usina. Qualquer falha aqui não é só “a internet caiu”; é operação elétrica.
Ter uma VLAN específica pra essa conexão ajuda a:
Os anéis ópticos são como avenidas expressas que circulam dentro do ambiente, carregando tráfego de backbone. Ter uma VLAN pra isso organiza o fluxo e facilita o diagnóstico: se algo dá problema, o time sabe onde olhar.
Switches, roteadores, firewalls e outros equipamentos gerenciáveis têm uma rede só deles. Isso é ouro pra segurança:
Por fim, o trânsito entre Irapuru e Janaúba também ganhou sua própria VLAN. Em vez de misturar tudo, esse “corredor dedicado” assegura que a comunicação entre os dois sites seja clara, controlada e monitorada.
Resultado: menos confusão, mais visibilidade, mais segurança.

Pra não correr riscos na operação e garantir que nada parasse de funcionar de repente, todo o projeto foi dividido em 8 fases bem planejadas.
Primeiro, os novos firewalls Fortinet 200G, switches Cisco Catalyst 9300 e 9200 e roteadores Cisco C8300-2N2S-4T2X foram instalados em paralelo ao ambiente que já estava rodando.
Ou seja, nada de “corta tudo e liga o novo”. O ambiente antigo continuou operando enquanto o novo era preparado e testado. É como construir uma ponte nova do lado da antiga, antes de desativar a velha.
Com os Fortinet 200G prontos, começou a migração das redes operativas que estavam no firewall Eagle Hirschmann para os novos firewalls.
Cuidados típicos nessa fase:
O novo firewall, mais robusto, assumiu o papel de guardião da borda operativa.
Depois, foi a vez dos switches industriais Hirschmann que estavam ligados na rede operativa. Eles foram migrados pra passar pelo novo caminho de segurança, ou seja, pelo par de Fortinet 200G.
Isso consolidou a proteção: todo o tráfego da rede operativa passou a ser filtrado e inspecionado pelos novos firewalls, com regras modernas e segmentação mais inteligente.
Na quarta fase, os roteadores SD-WAN do ambiente legado foram configurados para entenderem as novas redes:
Essa etapa foi essencial pra casar a inteligência da SD-WAN com a nova estrutura de VLANs. É como ensinar o GPS da frota sobre as novas avenidas que foram abertas na cidade.

Depois, os roteadores Cisco SD-WAN do ambiente legado foram interconectados aos switches Cisco Catalyst 9300 e 9200.
Com isso, a nova espinha dorsal LAN passou a conversar diretamente com a camada de SD-WAN, já organizada em VLANs e pronta pra dar o próximo salto.
Chegou então a hora de trazer pra cena os novos roteadores Cisco SD-WAN C8300-2N2S-4T2X.
Eles foram instalados, integrados à malha SD-WAN e preparados pra, aos poucos, assumirem o papel dos roteadores antigos C8300-1N1S-6T.
Tudo isso sem desligar nada de forma abrupta, sempre com testes e validações.
Com os novos C8300-2N2S-4T2X já no ar, começou a migração dos templates de configuração que rodavam nos roteadores antigos.
Isso inclui:
Fazer essa migração com cuidado é o que garante que o comportamento da rede continue previsível, só que agora em uma plataforma mais moderna e poderosa.

Por fim, os serviços efetivos que rodavam nos C8300-1N1S-6T foram migrados para os novos C8300-2N2S-4T2X.
É aqui que o “comando” muda de mão:
E pronto: a ponte nova ficou pronta, testada e assumiu todo o trânsito.
Tá, mas e na vida real? O que isso muda pra quem tá lá na UFV de Janaúba, na UFV de Irapuru ou operando o ambiente de fora?
Com a SD-WAN bem configurada e a rede segmentada em VLANs, o ambiente fica muito mais previsível. Tráfegos diferentes deixam de “brigar” entre si.
Os firewalls Fortinet 200G trazem um nível novo de inspeção e controle. Combinados com a segmentação em VLANs e com a inteligência de roteamento dos Cisco C8300, a rede deixa de ser um grande salão aberto e vira um conjunto de salas seguras, com portas, crachás e câmeras.
Isso reduz muito o risco de:
Com o Data Center da TIVIT em São Paulo administrando o ambiente de redes da Elera, a combinação SD-WAN + cibersegurança permite:
É como sair de um painel cheio de luzinhas piscando sem legenda pra um dashboard organizado, com gráficos claros e alertas inteligentes.
Esse projeto na UFV de Janaúba, com a agregação de Irapuru, é um ótimo case pra outros ambientes industriais, campi, usinas e empresas que estão passando por expansão ou modernização.
Alguns aprendizados que valem ouro:
Você pode estar lendo isso e pensando: “Nossa, mas isso é gigante, é coisa só pra usina, campus, empresa de energia…”. Mas a verdade é que os mesmos conceitos se aplicam a empresas de médio porte, escritórios com filiais, indústrias em crescimento e até provedores regionais.
Se você quer:
vale muito a pena conversar com quem vive isso no dia a dia.
A Netadept Technology oferece serviços de TI voltados pra redes, segurança e infraestrutura, com foco em soluções profissionais e sob medida pro seu negócio.
Acesse: https://netadept-info.com/
e fale com o time da Netadept pra discutir seu cenário, suas dores e o que dá pra fazer pra transformar a sua rede em algo muito mais inteligente e seguro.
Talvez você ainda não esteja no ponto de fazer um projeto completo de SD-WAN, mas já quer melhorar a segurança e a performance da sua rede local – seja no escritório, na pequena empresa ou até em casa, se você trabalha remoto.
Um bom primeiro passo é investir em:
Na Amazon Brasil, você encontra uma variedade enorme desses produtos. Você pode, por exemplo:
➡️ Procure por termos como “roteador gigabit VPN corporativo” https://amzn.to/3Mfl5XS ou “switch gerenciável VLAN” https://amzn.to/4ppix85
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➡ Notebooks Alienware: https://amzn.to/48eT0HN/
Escolher um bom equipamento de rede é um jeito simples de trazer, em escala menor, alguns dos mesmos conceitos que foram aplicados na UFV de Janaúba: mais controle, mais organização e mais segurança.

O projeto da Elera na UFV de Janaúba, com a agregação da UFV de Irapuru, mostrou na prática que rede e cibersegurança não são mais só “coisa do pessoal de TI”:
Seja você responsável por um campus, uma usina, uma indústria ou uma empresa em crescimento, a mensagem é clara: dá pra sair de uma rede “remendada” pra uma arquitetura profissional, segura e preparada pro futuro – com planejamento, tecnologia certa e parceiros especializados.
E o primeiro passo pode ser tão simples quanto:
Porque, no fim das contas, uma rede bem feita não é só cabo e configuração. É o que mantém suas ideias, seus dados e seu negócio vivos, conectados e protegidos.
Veja nosso video no YouTube: https://youtu.be/9HLK_VCIusw