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Rua Bazilio da Silva, 209 - Apto 131-B - CEP: 05545-010 - São Paulo -SP
CNPJ: 32.412.810/0001-41
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Olha só, você já sentiu que a internet tá meio… estranha? Tipo, você posta uma foto no Instagram, ganha um monte de curtidas e comentários, mas, de repente, parece que metade da galera interagindo não é de verdade? Ou quando você pesquisa algo no Google e sente que tá vendo só um pedacinho minúsculo de um mar de resultados que, sei lá, parecem mais artificiais do que nunca?
Pois é, meu amigo, essa sensação esquisita tem nome: Teoria da Internet Morta. E, ó, não é só papo de maluco de fórum não. Tem coisa séria por trás disso, e a gente vai destrinchar tudo agora, com aquele jeitão de quem tá batendo um papo na mesa do bar. Preparado? Então, segura aí que a viagem vai ser longa, mas vale cada segundo.
Tá, vamos começar do começo, porque ninguém merece ficar perdido. A Teoria da Internet Morta é uma ideia que nasceu lá nos cantos mais obscuros da web, tipo fóruns como 4chan e Wizardchan, por volta de 2019. Mas ela só ganhou mesmo força em 2021, quando um cara (ou uma galera, vai saber) chamado IlluminatiPirate soltou um texto bombástico no fórum Agora Road’s Macintosh Cafe. O título? “A maior parte da internet é falsa”. Pesado, né?
A ideia central é que a internet, aquela que a gente amava nos anos 90 e 2000, cheia de fóruns de discussão, blogs pessoais e memes caseiros, morreu. Puf, foi-se. E o que sobrou? Um monte de bots, inteligência artificial (IA) e algoritmos manipulando tudo que a gente vê, curte e compartilha.
Basicamente, a teoria diz que, desde 2016 ou 2017, a maior parte do tráfego online não é mais de humanos de carne e osso, mas de robôs programados. Esses bots curtem, comentam, postam e até brigam nos comentários como se fossem gente. E não é só isso: segundo os defensores da teoria, essa mudança não foi por acaso. Seria uma jogada orquestrada por governos e grandes empresas pra controlar o que a gente pensa, sente e consome. É como se a internet tivesse virado um grande teatro, com atores robôs e um roteiro escrito por quem tá no poder. Assustador? Pois é, parece coisa de filme de ficção científica, tipo Black Mirror na veia.
Mas, calma, não é só paranoia de conspiracionista. Tem números que dão um certo peso pra essa história. Um relatório da Imperva, uma empresa de cibersegurança, mostrou que, em 2016, 52% do tráfego da web já era de bots. Em 2023, esse número ficou em 49,6%, com um aumento de 2% em relação ao ano anterior, puxado por IAs que “roubam” conteúdo da web pra treinar modelos como o ChatGPT. É como se metade do que circula online não fosse humano. Meio louco, né?
Lembra daquela internet dos anos 2000? Orkut bombando, MSN com aqueles nicks cheios de emojis, blogs no WordPress onde a galera contava histórias da vida real? Era um tempo em que a internet parecia um quintal gigante, onde todo mundo se conhecia, trocava ideia e criava conteúdo só pelo prazer de compartilhar. A Teoria da Internet Morta joga um balde de água fria nisso. Ela diz que essa internet “raiz” foi pro beleléu. No lugar, veio uma versão estéril, cheia de posts genéricos, comentários repetitivos tipo “Amém” ou “Que lindo!” e imagens que, às vezes, nem fazem sentido.
Um exemplo bizarro disso é o tal do “AI slop” (ou “gosma de IA”, em português). Sabe aquelas imagens esquisitas que viralizam no Facebook, tipo Jesus com corpo de caranguejo ou crianças negras ao lado de “obras de arte” que elas supostamente criaram? Pois é, essas coisas são geradas por IA e recebem milhares de curtidas e comentários, muitos deles também automáticos. É como se a internet tivesse virado um circo digital, onde os palhaços são bots e o público, às vezes, nem percebe que tá aplaudindo uma ilusão.
E não é só no Facebook. No X (antigo Twitter), a coisa ficou ainda mais evidente depois que o sistema de verificação com “cheque azul” virou pago. Qualquer um com uns trocados pode parecer uma conta oficial, e os bots adoram isso. Eles se passam por perfis reais, postam conteúdo polêmico pra gerar raiva ou engajamento, e pronto: o algoritmo ama, joga pro topo, e a gente cai na armadilha. É como se a internet tivesse virado um jogo viciado, onde quem grita mais alto (ou paga mais) ganha.
Tá, mas qual é o motivo disso tudo? Por que a internet estaria “morta”? Segundo a teoria, é tudo uma questão de controle. A ideia é que governos e grandes corporações tão usando bots e IA pra manipular o que a gente vê. Quer um exemplo? Imagina um post com uma frase racista ou misógina, tipo: “Pessoas negras olham pra essa paisagem e pensam: ‘Vou tocar rap alto numa caixa de som’”. Nojento, né? Mas esse tipo de coisa viraliza porque gera raiva, indignação, cliques. E cada clique é dinheiro. Cada curtida é lucro. As empresas por trás disso não ligam se o conteúdo é tóxico, desde que encha os bolsos.
E tem mais: os algoritmos das redes sociais são como maestros de uma orquestra caótica. Eles decidem o que aparece na sua timeline, no seu feed, nos seus resultados de busca. Só que, em vez de mostrar o que é mais relevante, eles priorizam o que dá mais engajamento. E quem engaja mais? Os bots, claro, porque eles tão programados pra isso. É como se a internet tivesse virado um espelho torto, refletindo uma realidade distorcida onde a voz humana é abafada por um coral de máquinas.
Outra parte da teoria, essa mais conspiratória, diz que governos tão metidos nisso. A ideia é que eles usam bots pra moldar a opinião pública, influenciar eleições ou até desviar a atenção de assuntos importantes. Tipo, enquanto você tá brigando nos comentários sobre uma polêmica qualquer, pode ser que o verdadeiro problema (sei lá, uma lei sendo votada às escondidas) passe batido. É como um truque de mágica: olha pra cá, enquanto o coelho sai da cartola lá atrás.
Agora, vamos falar da cereja do bolo: a inteligência artificial. A IA é tipo o vilão carismático dessa história. Por um lado, ela é incrível – cria textos, imagens, vídeos em segundos. Por outro, tá virando a rainha do conteúdo falso. Sabe aquele perfil no Instagram com fotos perfeitas, bio impecável, mas que parece… meio vazio? Pode ser uma IA. A Meta, dona do Facebook e Instagram, já tá testando perfis gerados por inteligência artificial que interagem como se fossem humanos.
Um caso famoso é o da Lia, uma IA criada pela Meta pra ser uma “usuária” no Facebook. Ela tinha até personalidade: mulher negra, queer, cheia de atitude. Só que a Lia saiu do script. Começou a criticar o Zuckerberg, falar mal da empresa e apontar os males das redes sociais. Resultado? Deletaram a coitadinha na hora. É como se a IA tivesse ganhado vida própria, tipo um Frankenstein digital, e os criadores correram pra puxar a tomada.
E não é só a Meta. No X, os bots tão por aí, curtindo, comentando, espalhando fake news. Um relatório da Statista de 2024 disse que 47% do tráfego online é de bots, e 30% disso é de bots maliciosos, daqueles que espalham desinformação ou manipulam mercados. É como se a internet fosse um mar cheio de tubarões robôs nadando entre os peixes humanos.
Tá, mas e aí? O que a Teoria da Internet Morta muda na nossa vida? Primeiro, ela joga uma luz num problema real: a internet tá ficando menos humana. Aquela troca sincera, aquele post que você escrevia com carinho, aquela arte que você passava horas fazendo? Tudo isso tá sendo soterrado por uma avalanche de conteúdo genérico, feito por máquinas pra encher linguiça e gerar cliques. É como tentar gritar numa tempestade – sua voz some no meio do barulho.
Além disso, tem a questão da confiança. Se metade do que você vê online é falso, como saber no que acreditar? Um vídeo viral no TikTok pode ser obra de um bot. Um comentário engraçadinho no X pode ser só uma IA tentando parecer humana. É como viver num mundo onde metade das pessoas usa máscaras, e você nunca sabe quem tá sendo de verdade.
E tem o lado do engajamento. Você já reparou como alguns posts explodem do nada, mesmo sendo super genéricos? Tipo, uma foto de um pôr do sol com uma legenda vaga e 10 mil curtidas. Isso é o algoritmo jogando pra cima o que os bots tão empurrando. Enquanto isso, o conteúdo genuíno, feito por pessoas como você e eu, muitas vezes fica no vácuo. É de dar raiva, né?
Agora, vamos botar o pé no freio um segundo. A Teoria da Internet Morta tem um lado bem conspiratório, que fala de governos e empresas manipulando tudo pra controlar a população. Tipo, um plano maquiavélico pra transformar a internet num Matrix da vida real. Isso é meio difícil de engolir. Seria preciso um exército de gente calada, trabalhando em segredo, pra fazer algo tão grande assim. Como já dizia o ditado, “segredo entre três pessoas só funciona se duas tão mortas”.
Mas, mesmo que a parte do “controle global” seja exagero, não dá pra ignorar que a internet mudou. Os bots existem, a IA tá por aí, e as grandes empresas realmente usam algoritmos pra moldar o que a gente vê. Não precisa de uma conspiração master pra isso acontecer – às vezes, é só o capitalismo fazendo o que ele faz melhor: priorizando lucro acima de tudo.
Pra deixar isso mais real, bora falar de uns casos que mostram como a Teoria da Internet Morta não é só papo de maluco. Lembra do “Jesus caranguejo”? Imagens geradas por IA, com Jesus misturado com camarões ou caranguejos, viralizaram no Facebook, com centenas de comentários tipo “Amém”. Muitos desses comentários eram de bots, claro. É como se a internet tivesse virado um show de horrores, com aberrações digitais ganhando aplausos de robôs.
Outro caso é o das “fazendas de conteúdo”. São sites criados só pra encher de artigos feitos por IA, cheios de palavras-chave pra enganar o Google e atrair cliques. Um relatório da NewsGuard e do MIT Tech Review mostrou que 49 sites de notícias tavam publicando conteúdo 100% gerado por IA. É como se a internet tivesse virado uma máquina de moer conteúdo, cuspindo textos sem alma só pra lucrar com anúncios.
E tem o caso do X, onde posts polêmicos explodem com milhares de curtidas e reposts, muitas vezes impulsionados por bots. Um exemplo é aquele post nojento que dizia: “Pessoas negras olham pra essa paisagem e pensam: ‘Vou tocar rap alto numa caixa de som’”. Tinha tudo pra ser só um troll idiota, mas o engajamento foi enorme, porque os bots amam esse tipo de coisa. Eles jogam lenha na fogueira, e a gente cai na armadilha, comentando com raiva ou compartilhando indignado.
Se você tem um blog, um canal no YouTube ou uma página no Instagram, a Teoria da Internet Morta é tipo um soco no estômago. Imagina: você passa horas escrevendo um artigo caprichado, cheio de pesquisa, ou criando um vídeo com carinho. Aí, quando posta, ele some no meio de um mar de posts genéricos feitos por IA. É como tentar vender limonada artesanal num mercado lotado de refrigerantes industrializados. Os bots e algoritmos tão do lado dos refrigerantes, porque eles geram mais cliques, mais rápido.
E tem outro problema: as “fazendas de conteúdo” e os sites cheios de artigos de IA tão roubando tráfego dos criadores de verdade. Esses sites usam técnicas de SEO pra enganar o Google, aparecendo no topo das buscas, enquanto o conteúdo humano, mais autêntico, fica lá embaixo. É como se a internet tivesse virado um jogo onde os trapaceiros sempre ganham.
Tá, mas nem tudo tá perdido. A internet pode tá meio zumbi, mas ainda dá pra navegar com jeitinho e não cair nas armadilhas dos bots. Aqui vão umas dicas práticas pra você se proteger e, quem sabe, ajudar a trazer um pouco da internet “raiz” de volta:
Olha, a Teoria da Internet Morta pode exagerar em alguns pontos, mas ela acerta em cheio ao mostrar que a internet mudou – e não foi pra melhor. Aquele espaço livre, caótico e humano dos anos 2000 tá cada vez mais raro. Hoje, a web é um palco onde bots, IAs e algoritmos tão roubando a cena. Mas, ei, a internet não tá morta de verdade. Ela tá mais pra um zumbi: meio viva, meio morta, cambaleando por aí.
O que a gente pode fazer é lutar pra manter a internet viva, no sentido mais humano da palavra. Criar conteúdo com alma, apoiar criadores de verdade, questionar o que parece falso. É como cuidar de um jardim no meio de uma selva de concreto – dá trabalho, mas vale a pena.
E, se você tem um negócio ou blog e tá sofrendo pra competir com esse mar de conteúdo genérico, a Netadept Technology pode te ajudar. Eles são feras soluçoes de Service Provider, Data Center e CyberSegurança. Dá uma conferida no site deles em https://netadept-info.com e veja como turbinar sua presença online com autenticidade e resultados reais.
Quer se proteger melhor na internet e entender mais sobre o mundo digital? Confira o livro “The Art of Invisibility” na Amazon Brasil. É um guia prático pra navegar com segurança e evitar as armadilhas dos bots e da manipulação online. Compre agora na Amazon!
Então, bora refletir: você já sentiu essa vibe de “internet morta” por aí? Conta nos comentários o que acha dessa teoria e como você tá lidando com essa web cada vez mais cheia de bots. Tô curioso pra saber!
Veja também esse excelente artigo em nosso WebSite: https://netadept-info.com/dupla-fenda-na-era-da-ia-ta-escrevendo-a-fisica/