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O chip Willow do Google resolve em 5 minutos o que supercomputadores levariam 10 septilhões de anos. Conheça a revolução quântica que tá dando o que falar!
O chip Willow do Google
Ô, meu amigo, já parou pra pensar no que significa resolver um problema em 5 minutos que um supercomputador levaria 10 septilhões de anos? É tipo correr uma maratona antes do café da manhã, enquanto o resto do mundo tá engatinhando. Pois é, o Willow, novo chip quântico do Google, tá fazendo exatamente isso e deixando a galera da tecnologia de queixo caído. Desenvolvido pela Google Quantum AI, esse bichinho de 105 qubits é uma obra-prima que tá reescrevendo as regras da computação quântica, com avanços que parecem coisa de filme de ficção científica.
Num mundo onde a inteligência artificial e a computação clássica já tão dando um show, o Willow chega como aquele convidado que rouba a cena na festa. Ele não só resolve cálculos impossíveis mais rápido que um piscar de olhos, mas também dá um baile na correção de erros, um problemão que atormenta os cientistas há quase 30 anos.
E tem mais: o chip tá pavimentando o caminho pra aplicações práticas que vão desde remédios revolucionários até baterias de carros elétricos que duram uma eternidade. Neste artigo, a gente vai destrinchar o que faz o Willow ser tão brabo, como ele tá mudando o jogo da computação quântica e o que isso significa pro futuro. Então, bora mergulhar nesse universo quântico e ver como o Google tá botando pra quebrar?
O Willow é o mais novo chip quântico do Google, lançado em dezembro de 2024 pela equipe da Google Quantum AI. Com 105 qubits (os “bits quânticos” que são a alma da computação quântica), ele é tipo um motor turbinado que usa as leis malucas da mecânica quântica pra fazer cálculos que computadores normais só sonham. Pra você ter ideia, o Willow resolveu um teste chamado Random Circuit Sampling (RCS) em menos de 5 minutos, algo que o supercomputador Frontier, um dos mais rápidos do mundo, levaria 10 septilhões de anos pra fazer. Sim, é 10 seguido de 25 zeros, um número tão grande que faz a idade do universo (13,8 bilhões de anos) parecer troco de bala.
Mas não é só velocidade que faz o Willow brilhar. Ele trouxe dois avanços que tão dando o que falar:
Esses feitos tão colocando o Willow no topo da corrida quântica, deixando concorrentes como IBM e Amazon comendo poeira. Mas, calma, que a gente vai explicar direitinho como ele funciona e por que isso importa.
A computação quântica é tipo um superpoder que usa as esquisitices da física quântica, como superposição (onde um qubit pode ser 1, 0 ou ambos ao mesmo tempo) e entrelaçamento (quando qubits viram “gêmeos” que se afetam mesmo estando a quilômetros de distância). O Willow, com seus 105 qubits supercondutores, é um mestre nisso. Ele foi fabricado numa instalação de ponta em Santa Bárbara, Califórnia, com técnicas parecidas com as de chips tradicionais, mas adaptadas pro mundo quântico, onde tudo precisa ficar mais frio que o Polo Norte (próximo de -273°C, no criostato).
Aqui vai o que faz o Willow ser um fenômeno:
O Willow foi testado no RCS, um benchmark que é tipo uma prova do Enem dos computadores quânticos – só que mil vezes mais difícil. Ele resolveu um cálculo em menos de 5 minutos, enquanto o Frontier levaria 10^25 anos. Pra entender o tamanho disso, imagine que cada segundo do universo desde o Big Bang é um grão de areia. O Willow terminou o trabalho antes de você contar cinco grãos, enquanto o Frontier precisaria de uma praia do tamanho da galáxia. Esse feito é um salto em relação ao chip Sycamore do Google, que em 2019 resolveu algo em 3 minutos contra 10 mil anos de um supercomputador.
Qubits são poderosos, mas temperamentais. Qualquer coisinha – uma partícula cósmica, um sopro de calor – pode fazer eles errarem, como um cantor desafinando no meio do show. Até agora, adicionar mais qubits aumentava os erros, o que limitava os computadores quânticos. O Willow mudou isso:
Esse avanço, detalhado na revista Nature, é um marco que resolve um problema de quase 30 anos, segundo Hartmut Neven.
O Willow combina avanços em:
É como se o Willow fosse uma orquestra onde cada músico toca perfeitamente, sem desafinar, mesmo numa música supercomplexa.
O Willow não é só um chip bonitinho que faz cálculos rápidos. Ele tá abrindo portas pra um futuro onde a computação quântica pode mudar o jogo em várias áreas. Aqui vão os motivos que fazem ele ser um divisor de águas:
Embora o RCS seja um teste teórico, ele prova que o Willow é capaz de coisas que computadores clássicos nem sonham. Hartmut Neven diz que o próximo passo é usar o chip pra cálculos úteis, como:
Julian Kelly, diretor de hardware da Google Quantum AI, acredita que aplicações comerciais tão a uns cinco anos de distância, mas especialistas como Alan Woodward, da Universidade de Surrey, são mais cautelosos, falando em uma década.
O Willow coloca o Google na frente de rivais como:
O Google também investe em outras tecnologias, como qubits de átomos neutros via QuEra Computing, mostrando que tá jogando em todas as frentes.
O poder do Willow levanta uma questão séria: e a criptografia? Chips quânticos podem, no futuro, quebrar chaves como RSA e ECDSA, usadas em bancos e blockchains como Bitcoin. Um post no X sugeriu que, com investimento pesado, isso pode ser viável em alguns anos, mas o Google diz que ainda tá longe. Enquanto isso, o Willow tá ajudando a desenvolver criptografia pós-quântica, como a usada na Fortinet 700G Series, pra manter nossos dados seguros.
Hartmut Neven jogou uma bomba: ele diz que a velocidade do Willow sugere que ele opera em “muitos universos paralelos”, apoiando a teoria do multiverso de David Deutsch. É uma ideia que mistura física com filosofia, mas tá gerando um buzz danado entre cientistas e fãs de ficção científica.
O Willow é como uma semente plantada num terreno fértil. Ele ainda é experimental, mas tá mostrando o que a computação quântica pode fazer. Aqui vão algumas possibilidades:
Simulações quânticas podem acelerar descobertas em:
Empresas como a Netadept Technology, parceira de gigantes como Fortinet e Cisco, podem usar tecnologias quânticas pra:
Nem tudo é festa. O Willow ainda enfrenta obstáculos:
O Willow não tá sozinho na pista. Aqui vai um comparativo rápido:
O Willow leva vantagem por sua abordagem holística e pelo respaldo do Google, que tem grana e know-how pra ir longe.
Se você é um curioso, profissional de TI ou gestor, o Willow tem algo pra te oferecer:
O Willow do Google é mais que um chip – é uma promessa de um futuro onde o impossível vira rotina. Resolvendo em 5 minutos o que levaria 10 septilhões de anos, ele tá mostrando que a computação quântica não é mais só teoria. Com avanços em correção de erros, performance de outro mundo e um olhar no multiverso, o Willow tá botando o Google na frente da corrida quântica e deixando a gente sonhando com remédios novos, energia limpa e IA turbinada. Mas, como todo pioneiro, ele enfrenta desafios, desde erros teimosos até o custo de transformar essa magia em realidade.
Se você quer ficar por dentro do que vem por aí, empresas como a Netadept Technology, que manjam de soluções de ponta, podem te ajudar a preparar sua operação pro futuro quântico. O Willow é só o primeiro passo, mas, ó, que passo brabo!
Curtiu o Willow? Quer saber como a computação quântica pode turbinar sua empresa? Fala com a Netadept Technology pelo site oficial ou dá uma olhada no blog da Google Quantum AI: www.google.com. Bora pro futuro?
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